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23 Setembro, 2009

The Beatles for Sale

Neste mês de setembro, muito se falou sobre a fab four. Um dos motivos, claro, foi o já comentado lançamento do jogo musical The Beatles: Rock Band, recordista em críticas positivas e sucesso absoluto entre os maníacos por games.

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The Beatles, 1964 – Mal sabiam que 45 anos depois, ainda seriam recodistas de vendas e parte da cultura global

“Coincidentemente” na mesma semana que chegou ao público o jogo sobre o quarteto inglês, foi lançado simultaneamente, uma caixa de rematerizações da obra original da banda. O material é formado por catorze discos de estúdio e a coletânea Past Masters, com os singles que não saíram nos álbuns.

Além de trazer um novo trabalho de remasterização ao obsoleto modelo de gravação em dois canais usado, principalemente, nos primeiros discos dos Beatles, o som está mais pesado nos instrumentos de bateria e baixo, além claro, de uma incrível nitidez sonora, tão impressionante quanto o trabalho desenvolvido para a tilha de Love.

Passados duas semanas da data 09/09/09 que culminou no lançamento da nova onde de produtos da grife “The Beatles”, a gravadora EMI divulgou que somente na América do Norte, Japão e Grã-Bretanha foram vendidos 2,25 milhões de cópias dos novos discos. Lembrando, claro, que no próximo ano ‘comemoramos” nada menos do que quarenta anos do fim da banda.

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Box reúne 15 discos dos Beatles em alta qualidade

Em tempo, a revista Rolling Stone brasileira colocou como matéria de capa da sua edição de setembro, uma reportagem contanto os trádicos dias finais da maior banda de todos os tempos. A matéria é sensacional, muito baseada no recente livro do jornalista Bob Spiltz, The Beatles – A Biografia, trazendo um resgate da tragetória de brigas, desentendimentos, vícios, Yoko Ono, enfim… Vale, e muito, a pena ler o texto de Mikal Gilmore.

Já que estamos fazendo um merchandising descarado dos produtos dos Beatles, dos livros, dos jornalistas e da revista, vale ainda dar uma olhada no texto do brasileiro Pablo Miyazawa sobre o jogo The Beatles: Rock Band.

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Clique na imagem para conferir a edição online da revista

E chega. Daqui em diante não falaremos mais sobre The Beatles: Rock Band, Beatles, e esse tipo de coisa. Era isso.

Fábio Prina_23/09/09

21 Setembro, 2009

Salve Geral vai ser o Brasil no Oscar

O filme brasileiro escolhido para tentar uma indicação ao Oscar 2010 é Salve Geral, do diretor Sérgio Rezende. Que venceu a disputa pela vaga entre com outras nove produções do cinema nacional.

Inspirado no fatídico Dia das Mães de 2006, onde o estado de São Paulo foi tomado por rebeliões conduzidas pelo Primeiro Comando Capital (PCC), o filme conta a história de Lúcia (Andréia Beltrão) uma viúva de classe média que sonha em tirar o filho Rafael (Lee Thalor) da prisão.

Em suas frequentes visitas à penitenciária, Lúcia conhece a advogada Ruiva (Denise Weinberg) ligada à organização criminosa. Precisando do dinheiro, ela aceita realizar pequenas tarefas que também a conectam a facção. Paralelamente o PCC passa por uma luta interna pelo poder, ampliada pelo confronto dos prisioneiros com o sistema carcerário.

Quando o governo decide transferir, de uma só vez, centenas de presos para penitenciárias de segurança máxima no interior do estado, o Comando envia a ordem para que seus integrantes realizem uma série de ataques.

Trailer de Salve Geral

A produção é da Toscana Filmes e a distribuição é realizada pela Sony. Salve Geral chega aos cinemas no dia 2 de outubro.

A cerimônia do Oscar acontece no dia 5 de março de 2010, no Kodak Theater, em Los Angeles, EUA. A lista final dos indicados em todas as categorias para concorrer ao prêmio mais conhecido do cinema mundial sái no final do mês de janeiro.

Fábio Prina_21/09/2009

15 Setembro, 2009

A inocência perdida nos contos de fada

E se as princezinhas dos contos de fadas tivessem crescido, encorpado e revivessem as suas histórias com um tom um pouco mais picante?

Na verdade, dizem que a origem dos contos populares dos Irmãos Grimm tinham esse caráter erótico, mas acabaram se tornando propícios para o público infantil, muitos deles imortalizados nas animações de Walt Disney.

De qualquer forma, esse assunto me veio à cabeça hoje, quando passava os olhos numa galeria de imagens do blog Fottus que mostra diversas “princezinhas” reproduzidas em desenhos de uma forma diferente do que estamos acostumados.Achei muito interessante, e também me lembrou, a série em quadrinhos lançada recentemente pelo meste Alan Moore, que entre outros trabalhos, fez Watchmen, V de Vingança e A Liga Extraordinária.

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Lost Girls, de Alan Moore, o fim da inocência nos contos de fada

O nome da série criada por Moore se chama Lost Girls – Meninas Crescidas, e em seu primeiro volume, reúne Alice (de Alice no País das Maravilhas), Wendy (de Peter Pan) e Dorothy (de O Mágico de Oz), que se encontram em uma casa de campo onde descutem sobre fantasias  e o seu despertar sexual. Algo que não deixa de ser curioso.

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O que será que os Três Ursinhos pensaram nesse momento?

(3)

Pobre Branca de Neve, seduzida pela fruta do pecado

(6)

Já a Cinderela, que gata!

Para conferir a galeria completa das beldades dos contos de fada no blog Fottus, clique aqui.  Não deixe de dar uma espiada, as imagens são muito interessantes.

Fábio Prina_15/09/2009

14 Setembro, 2009

AC/DC confirma show em São Paulo

Os australianos do AC/DC confirmaram nesta segunda-feira, 14 de outubro, através do seu site oficial, que irão se apresentar no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 27 de novembro deste ano.

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Black Ice, disco de estúdio da banda lançado em 2008

Depois de onze anos sem vir ao país e oite sem cair na estrada com turnês, a banda traz o show Black Ice World Tour ao país.  Com a venda de ingressos esgotados nos EUA e na Europa, Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Malcolm Young (guitarra), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) apresentarão em terras sul-americanas (também foi confirmada uma apresentação na Argentina) um imponente show montado em um palco de 78m de comprimento e 21m de profundidade, dividindo a cena com uma locomotiva real de seis toneladas, que se movimenta durante o espetáculo. Para a grandiosidade do show acontecer, são necessárias 55 carretas de transporte.

Com 36 anos de carreira, e mais de 200 milhões de discos vendidos, o AC/DC apresentará um repertório baseado nos discos Black Ice, lançado no ano passado, e Stiff Upper Lip, de 2000.

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Imagem da turnê da banda, produção grandiosa promete ser um dos maiores espetáculos que o rock conheceu

A previsão de início de venda dos ingressos é para o próximo dia 1º de outubro. Outras informações sobre preços e horários serão divulgadas em 21 de setembro, inclusive outros locais de possíveis apresentações da banda. A muito tempo especula-se que a capital gaúcha seria um dos locais onde os autralianos se apresentariam, mas ainda nada foi confirmado.

Para quem não se aguenta de vontade de saber tudo sobre o show desses dinossauros do rock, esse site contém uma gama generosa de informações sobre a turnê da banda. Vamos esperar para ver o que acontece.

Fonte das informações: ClicRBS.

Fábio Prina_14/09/2009

Spoilers bacanas

Arquivado em: Artes, Cinema, Cultura Inútil, Filmes, Lista de blogs, Publicidade — fprina @ 11:48 am

Vi essa foto no blog Sedentário & Hiperativo. Ficou genial a montagem com spoilers de grandes filmes cinema que aparece no blog estampada numa camiseta nerd.

Segue a imagem abaixo para inicar a semana com um pouco de bom humor.

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Fábio Prina_14/09/2009

10 Setembro, 2009

Dan Brown de novo

Quem não leu O Código Da Vinci que atire a primeira pedra.

Tudo bem, pode ser que você não tenha lido o livro, mas viu o filme. Se não fez nenhum dos dois, provavelemente você não use telefone celular, nem internet. Ache que o melhor meio de transporte é o dirigível e o jornal que chega na sua casa toda manhã é o Notícias Populares.

Caso contrário, siga o texto e vamos dispensar as apresentações do quarto livro de Dan Brown, que passou a casa das 100 milhões de unidades vendidas.

Após o sucesso estrondoso do Código, que, além da adapatão cinematográfica (ruim, diga-se de passagem), e de sua sequência – que na verdade era a adaptação da obra anterior, Anjos & Demônios – houve uma demandas surpreendente nas vendas dos outros romances do autor. Uma bibliografia pequena, formada pelos dois títulos já citados e também Ponto de Impacto e Fortaleza Digital.

Da Vinci e Demônios tem em comum, além do sucesso e dos lucros, o protagonista Robert Langdon, simbologista de Harvard que conquista mulheres maravilhosas, coicidentemente, envolvidas em tramas ultra-complexas envolvendo sociedades secretas, símbolos, instituições poderosas, tecnologia de ponta e religião.

Se o sucesso do quarto quarto livro do autor americano conseguiu desengavetar as obras iniciais, que não contam com o mesmo apelo que o último. Imagine o furdúncio que aconteceria se o escritor lançasse seu novo trabalho. Algo mais ou menos como estamos vendo agora.

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Ainda não comprei o meu

Há menos de uma semana de seu lançamento, o novo romance do autor americano O Símbolo Perdido, já fez história ao se tornar o livro para adultos mais vendido pelo site da Amazon, antes mesmo de entrar no mercado.

Em entrevista para a Agência Efe, a responsável pelo setor de livros do site de vendas, Daphne Durhan, disse nunca ter visto um interesse similar com um romance para adultos que ainda não foi lançado. A obra chega aos leitores na terça-feira, dia 15 de setembro.

A expectativa para conhecer o conteúdo do livro resultou em milhares de reservas da obra, o que a transformaram na número 1 na lista de vários sites de vendas on-line. Na Amazon, as novas aventuras de Robert Langdon já estão há nada menos do que 142 dias entre os 100 títulos mais vendidos.

Desde o anúncio do lançamento da publicação em abril, a Random House, editoria que lançará o livro nos Estados Unidos e no Canadá, guarda fortemente os segredos envolvendo a obra. O que foi adiantado ao úblico, é que Langdon voltará a ser o protagonista, e a história se passará em Washington, em um intervalo de 12 horas e se centrando nos segredos da Maçonaria.

Sobre as vendas, especula-se que a editora preparou cinco milhões de cópias para a primeira edição do livro, só na América do Norte. O número de reservadas na Amazon não foi informado, mas já se comenta  na casa das dezenas de milhares de exemplares de O Símbolo Perdido.

A Amazon promete a todos os seus clientes que  O Símbolo Perdido será entregue no dia 15 de setembro, e se comprometeu a devolver o dinheiro se a promessa não for cumprida. Haja bala para tanta agulha, assim como bolso para tanto dinheiro.

Dan Brown enriquecendo com a nossa literatura.

[atualizado] Segundo o jornalista Roger Lerina publicou no jornal Zero Hora desta sexta-feira, 11 de setembro, a obra chega às livrarias brasileiras no dia 4 de dezembro.

Fonte: YaHoo! Notícias.

Fábio Prina_10/09/2009

Parece que a coisa é boa mesmo…

Em êxtase com o lançamento do jogo The Beatles:Rock Band que chegou as lojas europeias e amerinas ontem, na data singulas de 09/09/09, começam a pipoar as primeiras impressões do jogo por todos os cantos na internet e outros veículos menos muitimídias.

Acompanhei grande parte da onda de repercussão do que foi o lançamento mais esperado dos jogos musicais de todos os tempos, ou desses últimos anos após o fenômeno Guitar Hero criar um novo gênero para os games e dar um respito à invalidada indústria fonográfica.

Se você não está familiarizado com o assunto acompanhe aqui, aqui, aqui e aqui, em ordem cronológica, o que se comentou nesse blog de assuntos desiteressantes sobre lançamento do jogo.

Log abaixo segue na íntegra a crítica do game escrita por Steve Weintraub, publicada ontem, 09/09/09 (data bonita, né?), no site Omelete. Pela empolgação, parece que a coisa é boa mesmo…

Crítica: The Beatles Rock Band

Um game essencial aos fãs da banda, do gênero dos games e amantes da música em geral

Steve Weintraub

No fim de semana passado eu fiz algo que sonhava desde o anúncio do game em 2008: finalmente joguei The Beatles: Rock Band. O título, um casamento entre a banda e o jogo Rock Band, é tudo o que eu esperava e mais. Da abertura do game aos interlúdios narrativos no Modo de História, os criadores de Rock Band, a Harmonix, fizeram um jogo que os fãs dos Fab Four vão apreciar e que vai apresentar o grupo a toda uma nova geração.

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De cara, a abertura do jogo faz os dois primeiros Rock Band pareceram coisa de amador. Eu e os meus amigos – que rapidamente cruzaram Los Angeles quando souberam que o game havia chegado em casa – ficamos sentamos calados, cativados pela animação e música dos créditos iniciais. Com as músicas dos Beatles nas mãos, a equipe criativa não poupou esforços para tornar cada número musical único em termos de design. A Harmonix honrou a banda e suas centenas de milhões de fãs ao redor do mundo ao compreender como traduzi-las em uma interessante e imersiva experiência interativa.

Quando você liga o game pode optar pelo Modo de História ou Quickplay (partida rápida), modo em que todas as 45 canções ficam disponíveis sem a necessidade de destravamento. Meus Beatles caseiros selecionaram o primeiro modo – e começamos a tocar as músicas da primeira fase da banda, no melhor estilo “Yeah Yeah Yeah”. Três horas depois, já estávamos imersos no estúdio experimentando os álbuns do meio de carreira.

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Nesse modo, cada fase dá aos jogadores um certo número de canções que devem ser completadas para que se alcance o próximo nível. Na transição, o game mostra uma animação breve, com excelente qualidade de vídeo – e percebi que não era o único a achá-las excelentes, já que ninguém queria sair da sala para ir ao banheiro ou pegar bebidas durante elas.

O que não muda em relação aos Rock Band anteriores é a jogabilidade. Essencialmente, Beatles Rock Band é o mesmo game quando o assunto é apertar botões. A única novidade é a harmonia vocal. Afinal, não seria um game dos Beatles sem a possibilidade de até três jogadores cantarem juntos determinadas passagens das músicas, o que é sensacional. As instruções na tela de quem cantar, como cantar e quando entrar são bastante claras e não houve qualquer dificuldade em aprender.

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Esse novo recurso ilustra uma das razões pelas quais Rock Band é um dos melhores games de todos os tempos para se jogar em grupo: ele faz com que as pessoas partilhem juntas seu amor pela música, premiando individualmente os jogadores e coletivamente o grupo, pela sua união.

O tempo passou voando e o fim de semana acabou. Infelizmente, não dá pra reunir os amigos durante a semana pra jogar e eu precisava escrever esta crítica, então não pudemos jogar até o fim. Mesmo assim, posso dizer que The Beatles: Rock Band é um jogo fantástico. Os instrumentos de Rock Band ou Guitar Hero World Tour que você eventualmente já possui em casa devem funcionar perfeitamente bem com o título – mas se você tem um dinheiro extra, a chance de ter as réplicas dos instrumentos da banda só aumenta a diversão. Enfim, The Beatles Rock Band é essencial para os fãs da banda, fãs do gênero dos games e amantes da música em geral.

Ah, e se você está preocupado com as músicas dos Beatles que faltam (o game só tem 45 delas), a Harmonix anunciou que lançará álbum a álbum mensalmente a partir de 20 de outubro com o disco Abbey Road, seguido por Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band em novembro e Rubber Soul em dezembro.

Fábio Prina_10/09/09 (essa data nem é mais legal)

8 Setembro, 2009

Oscar Brasilis

Uma coisa que nunca inspira muita certeza é a participação brasileira na entrega dos premios da Academia de Ciencias e Técnologias de Hollywood, o famoso Oscar. Poucas vezes o Brasil realmente teve chances, no máximo, bateu na trave, com muito otimismo, mas na grande maioria das nossas safras cinematofráficas, sequer chegamos perto de sagrarmos vencedores.

Parecendo que estamos indo mais uma vez pelo caminho mais distante da estatueta dourada, a Secretaria do Audiovisual, órgão ligado ao Ministério da Cultura, divulgou na última sexta-feira, 4 de setembro, a pré-lista de títulos  que poderão concorrer ao Oscar em 2010.

A lista é escolhida por uma comissão formada por críticos, pesquisadores, cineastas e representantes de distribuidoras, que indicarão apenas um nome para a Academia.

O filme escolhido para representar o Brasil na categoria de melhor produção estrangeira (não falada em inglês) será divulgado pelo Ministério da Cultura no dia 18 de setembro. A cerimônia do Oscar 2010 ocorre no dia 7 de março.

Confira a galeria com os pré-selecionados:

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Besouro – de João Daniel Tikhomiroff

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Síndrome de Pinnochio – Refluxo – de Thiago Moyses

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Jean Charles – de Henrique Goldman

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Feliz Natal - de Selton Mello

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A festa da menina morta – de Matheus Nachtergaele

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O menino da porteira – de Jeremias Moreira

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Se nada mais der certo – de José Eduardo Belmonte

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Budapeste – de Walter Carvalho

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Salve geral - de Sérgio Rezende

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O contador de histórias – de Luiz Villaça

Fonte: G1 – Cinema

Fábio Prina_08/09/2009

4 Setembro, 2009

Dia de Cinema: Up – Altas Aventuras 3D

Se você já passou alguma vez os olhos nesse blog, sabe que incondicionalmente sou um grande fã da Pixar Animation Studios. A cria dos gênios Steve Jobbs, John Lesseter e Ed Catmull, pioneiríssima na animação gerada por CGI, é hoje, para mim, o estúdio mais criativo do cinema mundial.

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Até onde a casa da Pixar pode alcar voo?

Fico boquiaberto com a originalidade e principalmente com a qualidade dos filmes da Pixar. Toy Story, de 1994, juntamente com o brasileiro Cassiopéia, inalgurou uma nova era na animação. Em pleno reinado da Disney, em um dos seus momentos mais criativos e lucrativos, com os lançamentos de A Bela e a Fera (1991), Alladin (1992) e O Rei Leão (1994), o conclomerado se viu pequeno, tamanha a revolução que a novíssima  fábrica de sonhos trazia naqueles dias. Não é a toa, que hoje Pixar e Disney dividem a mesma casa, e que quem encabeça o departamento de animação dos dois estúdios é John Lesseter.

Com dez filmes em longa-metragem, lançados nos últimos 15 anos, o estúdio californiano criou um catálogo invejável de clássicos. Tanto que me tornei relutante com os concorrentes diretos da Pixar, ao ponto de assisitr a filmes como Shrek (da Dreamworks/SKG) ou A Era do Gelo (BlueSky Studios) com um certo preconceito, e achando  mais defeitos do que as qualidades que eles certamente possuem.

Depois de Toy Story 1/2, Vida de Inseto, Monstros S.A. e o sensacional Procurando Nemo, uma outra era do estúdio despertou mais motivos em mim para adorar o seu trabalho, a contratação de um sujeito chamado Brad Bird. Bird, antes de entrar no time da Pixar, dirigiu apenas um longa animado, lançado pela Warner, em 1999, chamado O Gigante de Ferro. Na casa de Woody e Buzz, o cineasta encontrou na animação por computação gráfica um lugar perfeito para tirar da gaveta um antigo projeto, que se tornou um dos melhores filmes de animação de todos os tempos: Os Incríveis. Na sequência ainda, o diretor retomou um outro projeto do estúdio e transformou a história de um rato de esgoto que gostava de cozinhar no brilhante Rattatoille.

E assim continua… De filme em filme, a Pixar vai acumulando prestígio e mais admiradores como eu. Quando iniciei meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre o estúdio, no final de 2008, fiquei impressionado com a quantidade de monografias e teses acadêmicas que trabalham em cima desse foco. Muitas vezes a questão da animação estava muito mais em segundo plano do que o fascínio por estudar a Pixar.

Hoje, 4 de setembro de 2009, chega aos cinemas brasileiros o 10º longa da Pixar: Up – Altas Aventuras. Um filme um tanto despretencioso, longe de querer se tornar uma obra prima, pelo menos a primeira vista, que conta uma história comum. A moral de que nunca é tarde para realizarmos um sonho.

Em uma breve sinopse Carl Fredricksen é um senhor de idade avançada, que ganha a vida vendendo balõe. Aos 78 anos, ele está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa, a falecida Ellie. Após um incidente, que ameaça calocá-lo em um asilo, Carl prende milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela levante vôo. O objetivo dele é viajar para uma floresta na América do Sul, um local onde ele e Ellie sempre desejaram morar. Após o início da sua jornada, ele descobre não está sozinho nesta aventura, já que Russell, um escoteiro de 8 anos, estava em sua varanda, no momento em que a casa alçoou voo. O filme tem a direção de Peter Docter, de Monstros S.A.

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Carl Fredricksen um novo personagem para a clássica galeria da Pixar

Diferetemente do que nos acostumamos a ver com desenhos animados, a Pixar explora muito mais as histórias, do que simplesmente fazer animais bonitinhos falarem e sairem que nem loucos atrás de algum problema. O grande ‘porém’ de Up, além da qualidade irretocável, está no suporte que será explorado pela primeira vez pelo estúdio: o cinema 3D.

Em tempos de Barak Obama, quando falamos em cinema 3D, estamos muito além daqueles óculos de papel celofane usados nos anos 50. Hoje é uma tecnologia real, que vem causando um grande impacto, principalmente nas bilheterias dos filmes. Tanto, que grandes nomes como James Cameron, Steven Spielberg e Peter Jackson já planejam relançamentos de clássicos, e novos trabalhos explorando ao máximo o novo sistema.

Mas porque a Pixar, pioneiríssima na computação gráfica, deixou passar tanto tempo estrear nesse novo formato cinematográfico? Não cabe aqui desmerecer o estúdio, que realiza um projeto ao ano, não ser o primeiro a lançar um super hit em 3D, uma vez que Up, contrariando todas as previsões de analistas, teve uma grande abertura nas bilheterias e uma arrecadação excelente, por ser um filme sem tanto apelo comercial. Talvez, a resposta para essa pergunta seja simples. Geniais como são, talvez tenham esperado o momento certo de explorar o novo filão, fazendo não apenas mais um grande trabalho cinematográfico, mas lucrando na mesma proporção que conquista admiradores.

Fábio Prina_04/09/2009

1 Setembro, 2009

Cada vez mais interessante…

A campanha publicitária do jogo de video game The Beatles: Rock Band ganhou nas últimas horas o seu primeiro comercial de TV. As cenas misturam um pouco de imagens de arquivo com manipulações digitais. O vídeo é curto, e sem muita criatividade, mas de qualquer forma, deixa cada vez mais aguçada a nossa vontade de ver os vídeos que foram criados para serem inseridos dentro do jogo.

Ainda em tempo, para aqueles que não estão 100% familiarizados com o nova sensação dos beatlemaniacos, há um post sobre o lançamentos do jogo aqui e mais sobre a sua sensacional campanha de marketing aqui e aqui. Segue abaixo o comercial de TV do game que chega nas lojas americanas e européias em oito dias, na singular data 9/9/9.

Cena recria antológica pose fotografada em frente a Abbey Road

Fonte: Omelete

Fábio Prina_1º/09/09

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