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1 Dezembro, 2009

O primeiro da corrida pelo Oscar

Nine – Novo filme de Rob Marshal

No último final de semana, chegou nos cinemas da gringa o primeiro forte candidato ao Oscar 2010. Trata-se do musical Nine, do mesmo diretor de Chicago, Rob Marshal. E não por coicidência, a sexy campanha publicitária é muito parecida com a premiada adaptação do espetáculo da broadway.

O roteiro é adaptado do teatro por Michael Tolkin e revisado por Anthony Minghella, que em seu currículo tem a direção de O Talentoso Ripley e o oscarizado O Paciente Inglês.

O títuloNine é uma referência ao filme clássico de Federico Fellini 8 1/2. A história da nova produção repete o conto do original, que acompanha o personagem Guido Contini (em Nine interpretado pelo sensacional Daniel Day-Lewis, e no original por Marcello Mastroianni), que vive um cineasta em crise criativa, e passa a rememorar as mulheres de sua vida.

Trailer em HD de Nine

Kate Hudson, Penélope Cruz, Marion Cotillard, Nicole Kidman, Judi Dench, Fergie e Sophia Loren estão no elenco. Kate Hudson viverá Stephanie, uma jovem jornalista de moda dos EUA. Cotillard faz a esposa do cineasta, Penélope vive a amante dele, e Kidman interpreta a musa de Guido. Dench será Lily, confidente e figurinista, enquanto Loren faz a mãe dele. A cantora do Black Eyed Peas fica com o papel de Saraghina, a prostituta que na juventude iniciou Guido nos caminhos do amor.

Nine chegou aos cinemas americanos no dia 25 de novembro. No Brasil, o filme estreia apenas dia 15 de janeiro de 2010. A entrega dos prêmios da 82a. edição do Oscar será feita no domingo, dia 7 de março. A cerimônia acontece no Kodak Theatre, em Hollywood – CA, a partir das 20h30, horário local.

Entre o timasso de musas estão Penélope, Fargie, Kate Hudson e Nicole Kidman

Fonte: Omelete

Fábio Prina_01/12/2009

24 Novembro, 2009

Jack Live

Já há algumas semanas, está disponível nas lojas de todo Brasil o novo álbum do cantor/cineasta/empresário/surfista/gente boa Jack Johnson, chamado En Concert. Este é o primeirio disco ao vivo da carreira do havaiano, que traz registros  de apresentações em diversos países na sua última turnê, Sleep Through The Static World Tour. Ao mesmo passo que En Concert também foi recentemenre lançado em DVD e Blu-Ray, na forma de documentário.

Assim como o disco, o documentário (assista aqui o trailer) explora os bastidores da turnê de Jack e seus companheiros, Zach Gill (teclados), Adam Topol (bateria) e Merlo Podlewski (baixo), que dividem ondas e o palco pelo mundo afora, em apresentações surpreendentes como no Hyde Park, em Londres, ou intimistas como no seu canto em Honolulu, no Havaí.

Turnê, álbum e documentário para causas sócio-ambientais

Um outro atrativo bem interessante é a participação dos conhecidos parceiros de Jack, Matt Costa e Ben Harper, que faz ao lado de Johnson um belíssimo cover de Bob Marley. Porém o destaque da obra é sem dúvida a presença marcante de Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, na canção Constallations.

O material completo de En Concert pode ser adquirido também em uma edição especial, trazendo CD e DVD e um livreto de 60 páginas com fotos inéditas da turnê de Johnson. Toda a grana que for arrecadada com as vendas do ábum será destinado para duas instituições assistenciais, a Kokua Hawaii Foundation e Johnson Ohana Family Trust. O projeto é ainda mais bacana, já que a 1% da renda da turnê do álbum Sleep Through The Static foi destinada para o projeto do próprio músico, chamado 1% for the world.

Segue as canções que estão incluídas no álbum En Concert. O set list do documentário é praticamente o mesmo, com uma ordem bem diferente.

01. Belle / Banana Pancakes
02. If I Had Eyes
03. Do You Remember / Remember
04. Sleep Through The Static
05. Flake
06. Bubble Toes / Express Yourself
07. Wasting Time
08. What You Thought You Need
09. Country Road (with Paula Fuga)
10. Staple It Together
11. Sitting, Waiting, Wishing
12. Constellations (with Eddie Vedder)
13. The Horizon Has Been Defeated / Mother and Child Reunion
14. Good People
15. All At Once
16. Gone
17. Home
18. Times Like These
19. Angel / Better Together

Cartaz da premiere mundial do documentário En Concert

Fábio Prina_24/11/2009

16 Outubro, 2009

100 Greatest Hits of YouTube

Segue abaixo a montegem genial de 100 vídeos que viraram febre do maior compatilhador de vídeos da Web. O bilionário YouTube.

Alguns são de conhecimento mais do que comum de qualquer usuário de internet, na sua maioria são micos ao vivo, mancadas esportivas, gafes, videos de múcais… enfim, tudo aquilo que só a internet pode prover para a Geração Y. Na verdade esse vídeo me lembrou, e muito, um post muito antigo, que publiquei neste blog – leia-se, antigo para um blog que tem pouco mais de um ano.

O post chamado A Filmografia da Web falava sobre a música Pork and Beans, da banda Weezer, que refez diversos desses vídeos-hits da web, inclusive chamando muitos dos protagonistas originais para participar, recriando em primeira instâncio o que esse Top 100 se propôs a fazer agora. O clip é sensacional e vale a pena conferir.

Abaixo segue a montagem dos 100 grandes sucessos do YouTube, reunidos e editados em um vídeo de 3min40s.

Coletânea de vídeos postados no YouTube faz nos recordarmos da recente revolução virtual da Web colaborativa

Fábio Prina_16/10/2009

12 Outubro, 2009

Toy Story 3

Arquivado em: Artes, Cinema, Filmes, Publicidade, Televisão — fprina @ 8:35 pm
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Nos Estados Unidos, aconteceu na última semana o relançamento dos filmes Toy Story / Toy Story 2 nos cinemas, pela primeira vez em versão que une os dois longas em 3D estereoscópico. As versões em 3D fazem parte da campanha de publicidade para o lançamento do 11ª longa metragem da Pixar Animations Studios: Toy Story 3.

O filme contará a história de Woody e seus amigos brinquedos sendo doados a uma creche infantil, quando o seu antigo dono, Andy, parte para a faculdade. A produção será dirigida por  Lee Unkrich (co-diretor de Toy Story 2 e Procurando Nemo). A estreia mundial está marcada para o dia 18 de junho de 2010.

Diferentemente dos EUA, no Brasil, Toy Story 1 e 2 não serão lançados juntos, para pagar um ingresso e assistir aos dois filmes. As produções chegam ao cinema separadamente, em datas diferentes no mês de fevereiro, apenas para exibições no formato tridimencional.

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“Tem uma cobra na minha bota”

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“Para o infinito e além”

Veja abaixo o primeiro trailer da mais nova produção do estúdio Pixar.

Trailer mostra história de amadurecimento, que pode ser uma bela metáfora para o próprio estúdio Pixar

Fábio Prina_12/10/2009

9 Outubro, 2009

Dia de Cinema – Bastardos Inglórios

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Eli Roth e Brad Pitt, dois bastardos

Gênio ou Picareta? Original ou Bastardo? Afinal o que rótulo é ideal para Tarantino, Quentin Tarantino se preferirem, mas tenho certeza que a intimidade que temos com o diretor mais pop do cinema mundial, dispensa qualquer tipo de apresentações.

Segundo alguns, esse nerd do meio oeste americano é um talentoso copiador, que não usa apenas as referencias das obras primas em seus filmes, mas traspõe o original para o seu filme quase que como um plágio.

Para outros, o cara tem um liquitificador na mão, e sua mistureba de referências acaba se tornando inovador. Tão novo que chega a ser original. Mas não cabe a nós, meros mortais, qualificar se ele é ou não é o cara, o que sabemos, é que o diretor/roteirista/ator/produtor já sentiu o gosto dos dois lados da moeda. Se Tarantino já foi o autor do premiado Pulp Fiction, é dele também o contestável À Prova de Morte.

Desta maneira, assistir a Bastardos Inglórios (Ingloriuos Basterds, EUA, 2009) separando a obra do seu autor é quase impossível. Ainda mais, que este projeto, assim como Kill Bill, ficou mais do que uma dezena de anos entre o papel e o quase, antes de ver a primeira luz do set acesa.

Em seu filme de 2ª Guerra (sim, Tarantino adora subgêneros – filme de vingança, filme de diálogo – Slasher Movies – black explosian), o diretor de Cães de Aluguel trabalha mais uma vez a temática da vingança. Seu grupo de Bastardos, encabeçado por Aldo Raine (Brad Pitt) quer escalpar, atacar a tacadas de beisebol e navalhas, nazistas que persegueram os judeus numa França ocupada.

Em outra frente, temos a história da bela Shosanna (Mélanie Laurent), uma judia sobrevivente de um massacre no interior francês, promiovido pelo coronel Hans Landa (Christoph Waltz, em atuação elogiada).

Três anos depois do massacre que abre o filme, Shosanna é dona de um cinema em Paris, que vai receber uma première de uma importante produção da UFA, Estúdio de Progapanga Nazista na 2ª Guerra), intitulada “O Orgulho da Nação”. Neste climax cinematográfico que mistura cinema europeu, com o pastiche da Grande Guerra, à publicidade ariana, que a bela jovem e os bastardos têm a oportunidade de se vingar e ensinar um pouco de humanidade à corja Nazista.

Mesmo sendo um filme de época, Tarantino não decepciona seus fãs, com a sua tradicional violência estilizada, ângulos clássicos de seus filmes e trilha sonora que agrada a todos incondicionalmente, indo de Ennio Morriconni à David Bowie.

No final das contas, vamos ver mais do mesmo de uma forma diferente. E o que mais pode ser o cinema de Tarantino? Algo copiado… talvez sim. Algo novo… provavelmente. Ninguém sabe, nem ele próprio. O importante é que é sempre um bom programa, passar algumas horas com a intimidade que o realizador tem de nos impressionar e ver que por mais bastardo que o cinema seja. Ele continua sendo arte e essa é pra ser apreciada incondicionalmente.

Veja o trailer legendado do filme aqui.

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Comendante em frente aos seus homens: “Cada um sobre meu comando me deve 100 escalpos – e eu quero os meus escalpos”

Confira neste link uma postagem antiga, sobre o lançamento no Festival de Cannes de Bastardos Inglórios, acompanhada de alguns pôster com os principais personagens do filme.

Fábio Prina_09/10/2009

21 Setembro, 2009

Salve Geral vai ser o Brasil no Oscar

O filme brasileiro escolhido para tentar uma indicação ao Oscar 2010 é Salve Geral, do diretor Sérgio Rezende. Que venceu a disputa pela vaga entre com outras nove produções do cinema nacional.

Inspirado no fatídico Dia das Mães de 2006, onde o estado de São Paulo foi tomado por rebeliões conduzidas pelo Primeiro Comando Capital (PCC), o filme conta a história de Lúcia (Andréia Beltrão) uma viúva de classe média que sonha em tirar o filho Rafael (Lee Thalor) da prisão.

Em suas frequentes visitas à penitenciária, Lúcia conhece a advogada Ruiva (Denise Weinberg) ligada à organização criminosa. Precisando do dinheiro, ela aceita realizar pequenas tarefas que também a conectam a facção. Paralelamente o PCC passa por uma luta interna pelo poder, ampliada pelo confronto dos prisioneiros com o sistema carcerário.

Quando o governo decide transferir, de uma só vez, centenas de presos para penitenciárias de segurança máxima no interior do estado, o Comando envia a ordem para que seus integrantes realizem uma série de ataques.

Trailer de Salve Geral

A produção é da Toscana Filmes e a distribuição é realizada pela Sony. Salve Geral chega aos cinemas no dia 2 de outubro.

A cerimônia do Oscar acontece no dia 5 de março de 2010, no Kodak Theater, em Los Angeles, EUA. A lista final dos indicados em todas as categorias para concorrer ao prêmio mais conhecido do cinema mundial sái no final do mês de janeiro.

Fábio Prina_21/09/2009

14 Setembro, 2009

Spoilers bacanas

Arquivado em: Artes, Cinema, Cultura Inútil, Filmes, Lista de blogs, Publicidade — fprina @ 11:48 am

Vi essa foto no blog Sedentário & Hiperativo. Ficou genial a montagem com spoilers de grandes filmes cinema que aparece no blog estampada numa camiseta nerd.

Segue a imagem abaixo para inicar a semana com um pouco de bom humor.

zoom

Fábio Prina_14/09/2009

10 Setembro, 2009

Dan Brown de novo

Quem não leu O Código Da Vinci que atire a primeira pedra.

Tudo bem, pode ser que você não tenha lido o livro, mas viu o filme. Se não fez nenhum dos dois, provavelemente você não use telefone celular, nem internet. Ache que o melhor meio de transporte é o dirigível e o jornal que chega na sua casa toda manhã é o Notícias Populares.

Caso contrário, siga o texto e vamos dispensar as apresentações do quarto livro de Dan Brown, que passou a casa das 100 milhões de unidades vendidas.

Após o sucesso estrondoso do Código, que, além da adapatão cinematográfica (ruim, diga-se de passagem), e de sua sequência – que na verdade era a adaptação da obra anterior, Anjos & Demônios – houve uma demandas surpreendente nas vendas dos outros romances do autor. Uma bibliografia pequena, formada pelos dois títulos já citados e também Ponto de Impacto e Fortaleza Digital.

Da Vinci e Demônios tem em comum, além do sucesso e dos lucros, o protagonista Robert Langdon, simbologista de Harvard que conquista mulheres maravilhosas, coicidentemente, envolvidas em tramas ultra-complexas envolvendo sociedades secretas, símbolos, instituições poderosas, tecnologia de ponta e religião.

Se o sucesso do quarto quarto livro do autor americano conseguiu desengavetar as obras iniciais, que não contam com o mesmo apelo que o último. Imagine o furdúncio que aconteceria se o escritor lançasse seu novo trabalho. Algo mais ou menos como estamos vendo agora.

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Ainda não comprei o meu

Há menos de uma semana de seu lançamento, o novo romance do autor americano O Símbolo Perdido, já fez história ao se tornar o livro para adultos mais vendido pelo site da Amazon, antes mesmo de entrar no mercado.

Em entrevista para a Agência Efe, a responsável pelo setor de livros do site de vendas, Daphne Durhan, disse nunca ter visto um interesse similar com um romance para adultos que ainda não foi lançado. A obra chega aos leitores na terça-feira, dia 15 de setembro.

A expectativa para conhecer o conteúdo do livro resultou em milhares de reservas da obra, o que a transformaram na número 1 na lista de vários sites de vendas on-line. Na Amazon, as novas aventuras de Robert Langdon já estão há nada menos do que 142 dias entre os 100 títulos mais vendidos.

Desde o anúncio do lançamento da publicação em abril, a Random House, editoria que lançará o livro nos Estados Unidos e no Canadá, guarda fortemente os segredos envolvendo a obra. O que foi adiantado ao úblico, é que Langdon voltará a ser o protagonista, e a história se passará em Washington, em um intervalo de 12 horas e se centrando nos segredos da Maçonaria.

Sobre as vendas, especula-se que a editora preparou cinco milhões de cópias para a primeira edição do livro, só na América do Norte. O número de reservadas na Amazon não foi informado, mas já se comenta  na casa das dezenas de milhares de exemplares de O Símbolo Perdido.

A Amazon promete a todos os seus clientes que  O Símbolo Perdido será entregue no dia 15 de setembro, e se comprometeu a devolver o dinheiro se a promessa não for cumprida. Haja bala para tanta agulha, assim como bolso para tanto dinheiro.

Dan Brown enriquecendo com a nossa literatura.

[atualizado] Segundo o jornalista Roger Lerina publicou no jornal Zero Hora desta sexta-feira, 11 de setembro, a obra chega às livrarias brasileiras no dia 4 de dezembro.

Fonte: YaHoo! Notícias.

Fábio Prina_10/09/2009

8 Setembro, 2009

Oscar Brasilis

Uma coisa que nunca inspira muita certeza é a participação brasileira na entrega dos premios da Academia de Ciencias e Técnologias de Hollywood, o famoso Oscar. Poucas vezes o Brasil realmente teve chances, no máximo, bateu na trave, com muito otimismo, mas na grande maioria das nossas safras cinematofráficas, sequer chegamos perto de sagrarmos vencedores.

Parecendo que estamos indo mais uma vez pelo caminho mais distante da estatueta dourada, a Secretaria do Audiovisual, órgão ligado ao Ministério da Cultura, divulgou na última sexta-feira, 4 de setembro, a pré-lista de títulos  que poderão concorrer ao Oscar em 2010.

A lista é escolhida por uma comissão formada por críticos, pesquisadores, cineastas e representantes de distribuidoras, que indicarão apenas um nome para a Academia.

O filme escolhido para representar o Brasil na categoria de melhor produção estrangeira (não falada em inglês) será divulgado pelo Ministério da Cultura no dia 18 de setembro. A cerimônia do Oscar 2010 ocorre no dia 7 de março.

Confira a galeria com os pré-selecionados:

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Besouro – de João Daniel Tikhomiroff

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Síndrome de Pinnochio – Refluxo – de Thiago Moyses

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Jean Charles – de Henrique Goldman

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Feliz Natal - de Selton Mello

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A festa da menina morta – de Matheus Nachtergaele

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O menino da porteira – de Jeremias Moreira

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Se nada mais der certo – de José Eduardo Belmonte

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Budapeste – de Walter Carvalho

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Salve geral - de Sérgio Rezende

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O contador de histórias – de Luiz Villaça

Fonte: G1 – Cinema

Fábio Prina_08/09/2009

4 Setembro, 2009

Dia de Cinema: Up – Altas Aventuras 3D

Se você já passou alguma vez os olhos nesse blog, sabe que incondicionalmente sou um grande fã da Pixar Animation Studios. A cria dos gênios Steve Jobbs, John Lesseter e Ed Catmull, pioneiríssima na animação gerada por CGI, é hoje, para mim, o estúdio mais criativo do cinema mundial.

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Até onde a casa da Pixar pode alcar voo?

Fico boquiaberto com a originalidade e principalmente com a qualidade dos filmes da Pixar. Toy Story, de 1994, juntamente com o brasileiro Cassiopéia, inalgurou uma nova era na animação. Em pleno reinado da Disney, em um dos seus momentos mais criativos e lucrativos, com os lançamentos de A Bela e a Fera (1991), Alladin (1992) e O Rei Leão (1994), o conclomerado se viu pequeno, tamanha a revolução que a novíssima  fábrica de sonhos trazia naqueles dias. Não é a toa, que hoje Pixar e Disney dividem a mesma casa, e que quem encabeça o departamento de animação dos dois estúdios é John Lesseter.

Com dez filmes em longa-metragem, lançados nos últimos 15 anos, o estúdio californiano criou um catálogo invejável de clássicos. Tanto que me tornei relutante com os concorrentes diretos da Pixar, ao ponto de assisitr a filmes como Shrek (da Dreamworks/SKG) ou A Era do Gelo (BlueSky Studios) com um certo preconceito, e achando  mais defeitos do que as qualidades que eles certamente possuem.

Depois de Toy Story 1/2, Vida de Inseto, Monstros S.A. e o sensacional Procurando Nemo, uma outra era do estúdio despertou mais motivos em mim para adorar o seu trabalho, a contratação de um sujeito chamado Brad Bird. Bird, antes de entrar no time da Pixar, dirigiu apenas um longa animado, lançado pela Warner, em 1999, chamado O Gigante de Ferro. Na casa de Woody e Buzz, o cineasta encontrou na animação por computação gráfica um lugar perfeito para tirar da gaveta um antigo projeto, que se tornou um dos melhores filmes de animação de todos os tempos: Os Incríveis. Na sequência ainda, o diretor retomou um outro projeto do estúdio e transformou a história de um rato de esgoto que gostava de cozinhar no brilhante Rattatoille.

E assim continua… De filme em filme, a Pixar vai acumulando prestígio e mais admiradores como eu. Quando iniciei meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre o estúdio, no final de 2008, fiquei impressionado com a quantidade de monografias e teses acadêmicas que trabalham em cima desse foco. Muitas vezes a questão da animação estava muito mais em segundo plano do que o fascínio por estudar a Pixar.

Hoje, 4 de setembro de 2009, chega aos cinemas brasileiros o 10º longa da Pixar: Up – Altas Aventuras. Um filme um tanto despretencioso, longe de querer se tornar uma obra prima, pelo menos a primeira vista, que conta uma história comum. A moral de que nunca é tarde para realizarmos um sonho.

Em uma breve sinopse Carl Fredricksen é um senhor de idade avançada, que ganha a vida vendendo balõe. Aos 78 anos, ele está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa, a falecida Ellie. Após um incidente, que ameaça calocá-lo em um asilo, Carl prende milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela levante vôo. O objetivo dele é viajar para uma floresta na América do Sul, um local onde ele e Ellie sempre desejaram morar. Após o início da sua jornada, ele descobre não está sozinho nesta aventura, já que Russell, um escoteiro de 8 anos, estava em sua varanda, no momento em que a casa alçoou voo. O filme tem a direção de Peter Docter, de Monstros S.A.

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Carl Fredricksen um novo personagem para a clássica galeria da Pixar

Diferetemente do que nos acostumamos a ver com desenhos animados, a Pixar explora muito mais as histórias, do que simplesmente fazer animais bonitinhos falarem e sairem que nem loucos atrás de algum problema. O grande ‘porém’ de Up, além da qualidade irretocável, está no suporte que será explorado pela primeira vez pelo estúdio: o cinema 3D.

Em tempos de Barak Obama, quando falamos em cinema 3D, estamos muito além daqueles óculos de papel celofane usados nos anos 50. Hoje é uma tecnologia real, que vem causando um grande impacto, principalmente nas bilheterias dos filmes. Tanto, que grandes nomes como James Cameron, Steven Spielberg e Peter Jackson já planejam relançamentos de clássicos, e novos trabalhos explorando ao máximo o novo sistema.

Mas porque a Pixar, pioneiríssima na computação gráfica, deixou passar tanto tempo estrear nesse novo formato cinematográfico? Não cabe aqui desmerecer o estúdio, que realiza um projeto ao ano, não ser o primeiro a lançar um super hit em 3D, uma vez que Up, contrariando todas as previsões de analistas, teve uma grande abertura nas bilheterias e uma arrecadação excelente, por ser um filme sem tanto apelo comercial. Talvez, a resposta para essa pergunta seja simples. Geniais como são, talvez tenham esperado o momento certo de explorar o novo filão, fazendo não apenas mais um grande trabalho cinematográfico, mas lucrando na mesma proporção que conquista admiradores.

Fábio Prina_04/09/2009

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