Segue abaixo a montegem genial de 100 vídeos que viraram febre do maior compatilhador de vídeos da Web. O bilionário YouTube.
Alguns são de conhecimento mais do que comum de qualquer usuário de internet, na sua maioria são micos ao vivo, mancadas esportivas, gafes, videos de múcais… enfim, tudo aquilo que só a internet pode prover para a Geração Y. Na verdade esse vídeo me lembrou, e muito, um post muito antigo, que publiquei neste blog – leia-se, antigo para um blog que tem pouco mais de um ano.
O post chamado A Filmografia da Web falava sobre a música Pork and Beans, da banda Weezer, que refez diversos desses vídeos-hits da web, inclusive chamando muitos dos protagonistas originais para participar, recriando em primeira instâncio o que esse Top 100 se propôs a fazer agora. O clip é sensacional e vale a pena conferir.
Abaixo segue a montagem dos 100 grandes sucessos do YouTube, reunidos e editados em um vídeo de 3min40s.
Coletânea de vídeos postados no YouTube faz nos recordarmos da recente revolução virtual da Web colaborativa
Em êxtase com o lançamento do jogo The Beatles:Rock Bandque chegou as lojas europeias e amerinas ontem, na data singulas de 09/09/09, começam a pipoar as primeiras impressões do jogo por todos os cantos na internet e outros veículos menos muitimídias.
Acompanhei grande parte da onda de repercussão do que foi o lançamento mais esperado dos jogos musicais de todos os tempos, ou desses últimos anos após o fenômeno Guitar Hero criar um novo gênero para os games e dar um respito à invalidada indústria fonográfica.
Se você não está familiarizado com o assunto acompanhe aqui, aqui, aqui e aqui, em ordem cronológica, o que se comentou nesse blog de assuntos desiteressantes sobre lançamento do jogo.
Log abaixo segue na íntegra a crítica do game escrita por Steve Weintraub, publicada ontem, 09/09/09 (data bonita, né?), no site Omelete. Pela empolgação, parece que a coisa é boa mesmo…
Crítica: The Beatles Rock Band
Um game essencial aos fãs da banda, do gênero dos games e amantes da música em geral
Steve Weintraub
No fim de semana passado eu fiz algo que sonhava desde o anúncio do game em 2008: finalmente joguei The Beatles: Rock Band. O título, um casamento entre a banda e o jogo Rock Band, é tudo o que eu esperava e mais. Da abertura do game aos interlúdios narrativos no Modo de História, os criadores de Rock Band, a Harmonix, fizeram um jogo que os fãs dos Fab Four vão apreciar e que vai apresentar o grupo a toda uma nova geração.
De cara, a abertura do jogo faz os dois primeiros Rock Band pareceram coisa de amador. Eu e os meus amigos – que rapidamente cruzaram Los Angeles quando souberam que o game havia chegado em casa – ficamos sentamos calados, cativados pela animação e música dos créditos iniciais. Com as músicas dos Beatles nas mãos, a equipe criativa não poupou esforços para tornar cada número musical único em termos de design. A Harmonix honrou a banda e suas centenas de milhões de fãs ao redor do mundo ao compreender como traduzi-las em uma interessante e imersiva experiência interativa.
Quando você liga o game pode optar pelo Modo de História ou Quickplay (partida rápida), modo em que todas as 45 canções ficam disponíveis sem a necessidade de destravamento. Meus Beatles caseiros selecionaram o primeiro modo – e começamos a tocar as músicas da primeira fase da banda, no melhor estilo “Yeah Yeah Yeah”. Três horas depois, já estávamos imersos no estúdio experimentando os álbuns do meio de carreira.
Nesse modo, cada fase dá aos jogadores um certo número de canções que devem ser completadas para que se alcance o próximo nível. Na transição, o game mostra uma animação breve, com excelente qualidade de vídeo – e percebi que não era o único a achá-las excelentes, já que ninguém queria sair da sala para ir ao banheiro ou pegar bebidas durante elas.
O que não muda em relação aos Rock Band anteriores é a jogabilidade. Essencialmente, Beatles Rock Band é o mesmo game quando o assunto é apertar botões. A única novidade é a harmonia vocal. Afinal, não seria um game dos Beatles sem a possibilidade de até três jogadores cantarem juntos determinadas passagens das músicas, o que é sensacional. As instruções na tela de quem cantar, como cantar e quando entrar são bastante claras e não houve qualquer dificuldade em aprender.
Esse novo recurso ilustra uma das razões pelas quais Rock Band é um dos melhores games de todos os tempos para se jogar em grupo: ele faz com que as pessoas partilhem juntas seu amor pela música, premiando individualmente os jogadores e coletivamente o grupo, pela sua união.
O tempo passou voando e o fim de semana acabou. Infelizmente, não dá pra reunir os amigos durante a semana pra jogar e eu precisava escrever esta crítica, então não pudemos jogar até o fim. Mesmo assim, posso dizer que The Beatles: Rock Band é um jogo fantástico. Os instrumentos de Rock Band ou Guitar Hero World Tour que você eventualmente já possui em casa devem funcionar perfeitamente bem com o título – mas se você tem um dinheiro extra, a chance de ter as réplicas dos instrumentos da banda só aumenta a diversão. Enfim, The Beatles Rock Band é essencial para os fãs da banda, fãs do gênero dos games e amantes da música em geral.
Ah, e se você está preocupado com as músicas dos Beatles que faltam (o game só tem 45 delas), a Harmonix anunciou que lançará álbum a álbum mensalmente a partir de 20 de outubro com o disco Abbey Road, seguido por Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band em novembro e Rubber Soul em dezembro.
Se você já passou alguma vez os olhos nesse blog, sabe que incondicionalmente sou um grande fã da Pixar Animation Studios. A cria dos gênios Steve Jobbs, John Lesseter e Ed Catmull, pioneiríssima na animação gerada por CGI, é hoje, para mim, o estúdio mais criativo do cinema mundial.
Até onde a casa da Pixar pode alcar voo?
Fico boquiaberto com a originalidade e principalmente com a qualidade dos filmes da Pixar. Toy Story, de 1994, juntamente com o brasileiro Cassiopéia, inalgurou uma nova era na animação. Em pleno reinado da Disney, em um dos seus momentos mais criativos e lucrativos, com os lançamentos de A Bela e a Fera (1991), Alladin (1992) e O Rei Leão (1994), o conclomerado se viu pequeno, tamanha a revolução que a novíssima fábrica de sonhos trazia naqueles dias. Não é a toa, que hoje Pixar e Disney dividem a mesma casa, e que quem encabeça o departamento de animação dos dois estúdios é John Lesseter.
Com dez filmes em longa-metragem, lançados nos últimos 15 anos, o estúdio californiano criou um catálogo invejável de clássicos. Tanto que me tornei relutante com os concorrentes diretos da Pixar, ao ponto de assisitr a filmes como Shrek (da Dreamworks/SKG) ou A Era do Gelo (BlueSky Studios) com um certo preconceito, e achando mais defeitos do que as qualidades que eles certamente possuem.
Depois de Toy Story 1/2, Vida de Inseto, Monstros S.A. e o sensacional Procurando Nemo, uma outra era do estúdio despertou mais motivos em mim para adorar o seu trabalho, a contratação de um sujeito chamado Brad Bird. Bird, antes de entrar no time da Pixar, dirigiu apenas um longa animado, lançado pela Warner, em 1999, chamado O Gigante de Ferro. Na casa de Woody e Buzz, o cineasta encontrou na animação por computação gráfica um lugar perfeito para tirar da gaveta um antigo projeto, que se tornou um dos melhores filmes de animação de todos os tempos: Os Incríveis. Na sequência ainda, o diretor retomou um outro projeto do estúdio e transformou a história de um rato de esgoto que gostava de cozinhar no brilhante Rattatoille.
E assim continua… De filme em filme, a Pixar vai acumulando prestígio e mais admiradores como eu. Quando iniciei meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre o estúdio, no final de 2008, fiquei impressionado com a quantidade de monografias e teses acadêmicas que trabalham em cima desse foco. Muitas vezes a questão da animação estava muito mais em segundo plano do que o fascínio por estudar a Pixar.
Hoje, 4 de setembro de 2009, chega aos cinemas brasileiros o 10º longa da Pixar: Up – Altas Aventuras. Um filme um tanto despretencioso, longe de querer se tornar uma obra prima, pelo menos a primeira vista, que conta uma história comum. A moral de que nunca é tarde para realizarmos um sonho.
Em uma breve sinopse Carl Fredricksen é um senhor de idade avançada, que ganha a vida vendendo balõe. Aos 78 anos, ele está prestes a perder a casa em que sempre viveu com sua esposa, a falecida Ellie. Após um incidente, que ameaça calocá-lo em um asilo, Carl prende milhares de balões em sua casa, fazendo com que ela levante vôo. O objetivo dele é viajar para uma floresta na América do Sul, um local onde ele e Ellie sempre desejaram morar. Após o início da sua jornada, ele descobre não está sozinho nesta aventura, já que Russell, um escoteiro de 8 anos, estava em sua varanda, no momento em que a casa alçoou voo. O filme tem a direção de Peter Docter, de Monstros S.A.
Carl Fredricksen um novo personagem para a clássica galeria da Pixar
Diferetemente do que nos acostumamos a ver com desenhos animados, a Pixar explora muito mais as histórias, do que simplesmente fazer animais bonitinhos falarem e sairem que nem loucos atrás de algum problema. O grande ‘porém’ de Up, além da qualidade irretocável, está no suporte que será explorado pela primeira vez pelo estúdio: o cinema 3D.
Em tempos de Barak Obama, quando falamos em cinema 3D, estamos muito além daqueles óculos de papel celofane usados nos anos 50. Hoje é uma tecnologia real, que vem causando um grande impacto, principalmente nas bilheterias dos filmes. Tanto, que grandes nomes como James Cameron, Steven Spielberg e Peter Jackson já planejam relançamentos de clássicos, e novos trabalhos explorando ao máximo o novo sistema.
Mas porque a Pixar, pioneiríssima na computação gráfica, deixou passar tanto tempo estrear nesse novo formato cinematográfico? Não cabe aqui desmerecer o estúdio, que realiza um projeto ao ano, não ser o primeiro a lançar um super hit em 3D, uma vez que Up, contrariando todas as previsões de analistas, teve uma grande abertura nas bilheterias e uma arrecadação excelente, por ser um filme sem tanto apelo comercial. Talvez, a resposta para essa pergunta seja simples. Geniais como são, talvez tenham esperado o momento certo de explorar o novo filão, fazendo não apenas mais um grande trabalho cinematográfico, mas lucrando na mesma proporção que conquista admiradores.
No final de semana que Bastárdos Inglórios, de Quentin Tarantino, chega aos cinemas, a FOX lançou o primeiro teaser do novo filme do diretor de Titanic, James Cameron. Na verdade, além do trailer de AVATAR, uma super campanha de marketing acontece hoje nos EUA, mais precisamente nas salas Imax, que além do trailer, está sendo exibida uma prévia de 15 minutos do filme. A campanha está sendo chamada de Avatar Day.
Primeiro pôster explora a famosa arte conceitual, sem muita graça
AVATAR, como já postei anteriormente, será um filme clássico de ficção-científica. Até, não deixo de pensar, ele parece beber muito do que foi feito recentemente com títulos como A Cela, Matrix, entre outros. Na história, um soldado americano se junta a uma frente que está lutando em um planeta distante, como no bacana Tropas Estrelares. O esquema é que, em Pandora, os seres humanos não tem a capacidade de respirar o ar que é letal para a raça, então para poder interagir no planeta, os terráquios usam diversas artimanhas, entre as quais estão as máscaras comuns (mas mais cool), exo-esqueletos (como aquels de Matrix Revolution), e, por último, avatares.
De volta ao nosso soldado, devido a um ferimento em batalha, ele está eternamente preso a uma cadeira de rodas. Algo que o deprime e o torna solitário (como em Solaris). Através de seu avatar, que o transpõe para um corpo artificial semelhante aos alieníginas de Pandora, ele pode voltar a caminhar e a reviver uma vida que já não tinha mais. Nesse meio tempo, vivendo como avatar, o soldado conhece uma espécie feminina nativa, a qual, obviamente se apaixona, o momento de amor incondicional torna-se inoportuno, por que vejam, inicia uma guerra entre os humanos e os aliens de Pandora.
Até aí, tudo parece clichê. E nada de se surpreender com o filme. Pois é, mas estamos falando de James Cameron, que além de levar Leonardo DiCaprio pro fundo do Atlântico, fez obras primas como Alien2, O Exterminador do Futuro e O Segredo do Abismo, ícones da ficção, filmes que abusam de clichês, mas são tão originais quanto os precursores do cinema científico.
Outro porém que faz a diferença em aguardar esse projeto, é que desde 1997, quando foi lançado Titanic, o filme de maior bilheteria de todos os tempos, não vemos James Cameron atuar como diretor. E outra que surpreende, é que o argumento para AVATAR está pronto há anos, mas segundo o próprio cineasta, ainda não havia tecnologia suficiente para realizar a produção, que promete, segundo muitos, revolucionar o cinema tridimencional.
AVATAR estréia nos cinemas dia 18 de dezembro. Clique aqui e confira o primeiro trailer teaser do filme no Apple Trailers. Para assistir é necessário possuir o programa QuickTime.
Imagem oficial do filme mostra o soldado paraplégico e seu avatar ao fundo
A Harmonixedivulgou a lista completa das faixas do jogo The Beatles Rock Band, que chega as lojas nos Estados Unidos no dia 09/09/09.
Ao todo, serão 45 músicas da banda, gravadas originalmente entre 1962 e 1969. O lançamento acontece em diversos formatos, com preços diversos: Game The Beatles: Rock Band (Xbox 360, PS3, Wii): 59,99 dólares; The Beatles: Rock Band Guitarras Avulsas (Xbox 360, PS3, Wii): 99,99 dólares; The Beatles: Rock Band Edição Limitada – game e guitarras (Xbox 360, PS3, Wii): 249,99 dólares.
O jogo será compatível com todos os instrumentos Rock Band existentes e também com os controles de outros games musicais, como Guitar Hero World Tour. Confira a lista completas de músicas abaixo:
Singles
“I Want To Hold Your Hand”
“I Feel Fine”
“Day Tripper”
“Paperback Writer”
“Revolution”
“Don’t Let Me Down”
Please Please Me (1963)
“I Saw Her Standing There”
“Boys”
“Do You Want To Know A Secret”
“Twist and Shout”
With the Beatles (1963)
“I Wanna Be Your Man”
A Hard Day’s Night (1964)
“A Hard Day’s Night”
“Can’t Buy Me Love”
Beatles For Sale (1964)
“Eight Days a Week”
Help! (1965)
“Ticket To Ride”
Rubber Soul (1965)
“Drive My Car”
“I’m Looking Through You”
“If I Needed Someone”
Revolver (1966)
“Taxman”
“Yellow Submarine”
“And Your Bird Can Sing”
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)
“Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band/With a Little Help From My Friends”
“Lucy In The Sky With Diamonds”
“Getting Better”
“Good Morning Good Morning”
Magical Mystery Tour (1967)
“I Am The Walrus”
“Hello Goodbye”
The Beatles (White Album) (1968)
“Dear Prudence”
“Back In the U.S.S.R.”
“While My Guitar Gently Weeps”
“Birthday”
“Helter Skelter”
Yellow Submarine (1969)
“Hey Bulldog”
Abbey Road (1969)
“Come Together”
“Something”
“Octopus’s Garden”
“I Want You (She’s So Heavy)”
“Here Comes the Sun”
Let It Be (1970)
“Dig a Pony”
“I Me Mine”
“I Got a Feeling”
“Get Back”
Love (2006)
“Within You Without You/ Tomorrow Never Knows”
Em tempo: o game ganhou também um novo trailer, que não se diferencia em nada dos antecessores, apenas mostrando diferentes músicas sendo interpretadas pelo fab four. Confira o material de marketing abaixo:
O lance dessas fotos, porém, é o cara que dá nome a esse post, um certo Davi Hill. Ele é um fotógrafo publicitário com anos de carreira que está sendo reconhecido como o rei do HDR. Tirem suas próprias conclusões: muitas imagens parecem fotomontanges antes de qualquer coisa, logo abaixo tem um link para ver uma galeria com 50 fotos do cara.
Para ver a galeria completa de imagens clique aqui.
O aguardado lançamento da franquia de jogos musicais Rock Band, acaba de ganhar mais um trailer promocional, trata-se do The Beatles: Rock Band, game que dará aos seus jogadores a chance de tocar as músicas e reviver a tragetória do fab four.
O novo trailer na verdade é um curta animado que deixa qualquer um com água na boca para brincar de ser um Beatle. A animação de pouco mais de 4 minutos tem o mesmo percurso do primeiro trailer, partindo do Caver Club em Liverpool, local onde iniciou a carreira do quarteto inglês, até a fase final da banda, com direito a toda psicodelia da banda. The Beatles: Rock Band chega as logas ianques no dia 9 de setembro, aguardem!!!!
Imagem do curta animado que promore The Beatles: Rock Banda. Clique na imagem para conferir o vídeo.
Nessa terça-feira, dia 2 de junho, vi duas novidades interessantes no site Omelete. Uma no ramo dos famosos games musicais, mais um novo nicho criado pela indústria do entretenimento pra ganhar alguns vários milhões de verdinhas. E outra está no ramo cinematográfico, com a ressureição de um dos maiores diretores americanos de todos os tempos. Segue abaixo a discrição das novidades.
The Beatles: Rock Band
Depois do sucesso estarecedor do game Guitar Hero, a Microsoft, de Bill Gates, está investindo todas suas fichas nos populares games musicais. Enquanto Guitar Hero divulga o lançamento de seu temático Guiter Hero: Mettalica, e prepara o set list da novíssica quinta versão de seu original, o seu concorrente lançou ontem o primeiro trailer de The Beatles: Rock Band. O trailer foi divulgado durante o evento E3, famoso por suas novidades no mundo dos games, que contou com as presenças nada gratuítas de Paul McCartney e Ringo Starr. Confira a prévia abaixo:
Logo de cara reconhecemos os diversos temas, cenários, vestimentos, fases de trabalho e até o visual dos músicos, que apresentaras as músicas “Day Tripper”, “I Am The Walrus”, “Back In The USSR”, “Tax Man”, “Here Comes The Sun”, “Octopuses Garden”, “Get Back” e “I Feel Fine”. Fora da prévia, outra faixa oficializada é “All You Need Is Love”, que será exclusiva do Xbox 360 e terá toda a sua arrecadação com os downloads, doada ao grupo Médicos Sem Fronteiras.
A Harmonix, empresa por trás da grife Rock Band, informou também que lançará álbuns inteiros nas redes dos consoles. O primeiro, ainda sem data prevista, será o clássico Abbey Road, que tem sua imagem célebre, eternizada na capa do álbum, reproduzida no trailer do jogo.
The Beatles Rock Band terá 45 músicas da banda, gravadas entre 1962 e 1969. O lançamento acontece em 9 de setembro (09/09/09) em diversos formatos: somente o jogo, jogo mais intrumentos Rock Band e edição limitada, com instrumentos. Os preços serão: Game The Beatles: Rock Band (Xbox 360, PS3, Wii): 59,99 dólares. The Beatles: Rock Band Guitarras Avulsas (Xbox 360, PS3, Wii): 99,99 dólares. The Beatles: Rock Band Edição Limitada – game e guitarras (Xbox 360, PS3, Wii): 249,99 dólares.
Abaixo segue uma imagem de divulgação com os instrumentos estilizados para recriar na sala de casa a carreira intocável do fab four.
Imagem promocional do game – o baixista deve ser preferencialmente canhoto.
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James Cameron fala do revolucionário Avatar
Também durante a E3, o diretor norte-amerinano James Cameron (Titanic, O Exterminador do Futuro) mostrou as primeiras imagens e vídeo do game baseado em seu aguardadíssimo – e revolucionário – filme Avatar.
Mais do que isso, na apresentação da Ubisoft, o cineasta surgiu ao público e abriu o baú de segredos sobre a sua nova obra, que está no limbo da produção há 14 anos! Segundo o diretor vencedor do Oscar, a ideia surgiu quando a tecnologia para criar o filme simplesmente não existia.
Uma década depois, a produção foi ressuscitada, já que agora os recursos para torná-la real – como captura de performance corporal e facial – já estão disponíveis.
Sobre a trama, Cameron explicou que o cenário é o século 22, com a ação quase toda acontecendo em um lugar chamado de Pandora (óbia alusão a famosa caixa de pandora), uma lua orbitando um planeta gasoso chamado Poliphemus em Alfa Centauro.
“Pandora é como a Terra, um planeta com formas de vida incríveis, densa vegetação e a civilização dos Na´vi, uma raça humanóide mais primitiva que a nossa, mas muito mais sábia. Eles podem ser guerreiros ferozes quando provocados, mas normalmente vivem pacificamente em suas florestas. Os humanos não podem respirar o ar de Pandora, então para que pudessemos operar por lá foram criados híbridos humano-Na´Vi, chamados de Avatares. Eles são controlados por pilotos humanos, que projetam suas consciências nesses corpos, vivendo através deles.”
“O personagem principal é Jake Sully, um fuzileiro naval ferido em combate, paralisado, que vai para Pandora e pode andar novamente em seu Avatar. Conforme a história se desenvolve ele se encontra no meio de um conflito entre os militares humanos e os Na´vi, que se sentem ameaçados pela expansão da nossa raça em seu planeta. Como um Avatar vivendo em Pandora, ele se apaixona por uma garota Na´vi, uma personagem escultural e capaz de feitos incríveis de ação, alguém com quem vocês não querem se meter. Envolvido na cultura e aceito no clã Na´vi, Jake terá que escolher o lado em que ficará nesse conflito – e teremos um confronto maciço ao final do filme, com tecnologias futuristas e toda sorte de armamento sendo empregado contra os gigantes Na´vi e suas montarias selvagens, incluindo algumas aladas e formidáveis”.
Sobre o que será tão revolucionário em seu novo trabalho, o diretor salienta: “Desenvolvemos tecnologias novas para realizá-lo em 3-D estereoscópico com câmeras que levamos 9 anos pra projetar. O resultado é uma experiência 3-D totalmente imersiva que não será exatamente como ver um filme, mas participar de uma jornada, sonhar com os olhos abertos”.
Confesso que a premissa me remeteu rapidamente a ideia genial dos irmãos Wachowski, e seu clássico Matris, de 1999, já que realidade passa por um filtro até um novo corpo submerso na virtualidade, algo que não chega a se chocar exatamente com a ideia de Cameron, mas lembra.
Outra memória recente que me voltou foi o já não tão popular Second Life, uma tentativa que acabou frustrada de criar um ambiente virtual, controlado por Avatares, que representavam seres humanos reais, na frente de computadores. Longe da premissa de Cameron também, a ideia, surgida no início do século 21, pode ser um embrião, talvez, para que algum dia possamos explorara Pandora dessa maneira.
Segue abaixo uma foto promocional do diretor no “set” de filmagem. Ou alguma coisa parecida com isso.