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1 Novembro, 2009

Recorde Fantástico

No domingo, 25 de outubro, o programa Fantástico, da Rede Globo registrou a marca histórica de 18 pontos de média na audiência no Ibope, a pior marca desde a sua estreia, no ano de 1973. Para sentir o drama, o gigante da Globo viu a vice-liderança da Record encostar a apenas dois pontos atrás na sua audiência, alarmando um pouco mais a guerra pela liderança.

Segundo boatos, a direção do canal de TV repensou o programa, com o objetivo único de recuperar os “números perdidos”. Em seu blog, o jornalista Daniel Castro afirmou que novos quadros estão sendo desenhados para tentar alavancar a audiência.

A Rede Globo se manifestou por nota e garantiu que “a estreia de novos quadros é o que faz o Fantástico ser bem-sucedido nos seus 36 anos na TV. O segredo da longevidade é esta fórmula única, com um cardápio tão variado, que reúne esporte, denúncia, aventura, humor, política, medicina, economia, dramaturgia”.

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Momento mancada: GC levemente trocado

Atualmente comandado por Patrícia Poeta e Zeca Camargo, a revista eletrônica dominical da Globo começou como um telejornal que mesclava notícias do mundo com entretenimento. Já estiveram a frente das câmeras fantásticas Fátima Bernades, William Bonner, Sérgio Chapelin, Valéria Monteiro, entre outros.
Em 1995, a antiga bancada foi abolida do cenário e o programa ganhou ar mais descontraído. Até hoje o programa se mantém líder, mesmo com a margem menor.
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Patrícia Poeta, um tchau anos depois das previsões do tempo

Fonte: Msn Entretenimento

Fábio Prina_1/11/2009

20 Outubro, 2009

Royal Rock Mail

Arquivado em: Artes, Cultura Inútil, Fotografia, Jornalismo, Lista de blogs, Música, Publicidade — fprina @ 9:21 am

No início do próximo ano começam a circular no Reino Unido selos comemorativos [Lebra dos selos? Aquilo que usávamos há priscas eras para para enviar cartas mesmo.] com capas de álbuns clássicos do rock da velha ilha. A iniciativa partiu do Royal Mail, prestadora de serviços como os Correios, na terra da rainha.

Cobrindo diferentes épocas e estilos da música britânica, as dez estampas especiais mostram imagens dos discos The Division Bell, do Pink Floyd, Parklife, do Blur, London Calling, do Clash, Led Zeppelin IV, do Led Zeppelin, Power, Corruption & Lies, do New Order, Screamadelica, do Primal Scream, Let It Bleed, do Rolling Stones, A Rush of Blood to the Head, do Coldplay, The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spider from Mars, de David Bowie, e Tubular Bells, de Mike Oldfield. Segue a imagem das capas abaixo.

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Os selos começam a circular a partir do dia 7 de janeiro de 2010. Além de ser um bom motivo para mandar uma carta alguém, é um belo atrativo aos ávidos colecionadores dessas pequenas obras.

Fonte: Omelete

Fábio Prina_20/10/2009

16 Outubro, 2009

100 Greatest Hits of YouTube

Segue abaixo a montegem genial de 100 vídeos que viraram febre do maior compatilhador de vídeos da Web. O bilionário YouTube.

Alguns são de conhecimento mais do que comum de qualquer usuário de internet, na sua maioria são micos ao vivo, mancadas esportivas, gafes, videos de múcais… enfim, tudo aquilo que só a internet pode prover para a Geração Y. Na verdade esse vídeo me lembrou, e muito, um post muito antigo, que publiquei neste blog – leia-se, antigo para um blog que tem pouco mais de um ano.

O post chamado A Filmografia da Web falava sobre a música Pork and Beans, da banda Weezer, que refez diversos desses vídeos-hits da web, inclusive chamando muitos dos protagonistas originais para participar, recriando em primeira instâncio o que esse Top 100 se propôs a fazer agora. O clip é sensacional e vale a pena conferir.

Abaixo segue a montagem dos 100 grandes sucessos do YouTube, reunidos e editados em um vídeo de 3min40s.

Coletânea de vídeos postados no YouTube faz nos recordarmos da recente revolução virtual da Web colaborativa

Fábio Prina_16/10/2009

9 Outubro, 2009

Dia de Cinema – Bastardos Inglórios

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Eli Roth e Brad Pitt, dois bastardos

Gênio ou Picareta? Original ou Bastardo? Afinal o que rótulo é ideal para Tarantino, Quentin Tarantino se preferirem, mas tenho certeza que a intimidade que temos com o diretor mais pop do cinema mundial, dispensa qualquer tipo de apresentações.

Segundo alguns, esse nerd do meio oeste americano é um talentoso copiador, que não usa apenas as referencias das obras primas em seus filmes, mas traspõe o original para o seu filme quase que como um plágio.

Para outros, o cara tem um liquitificador na mão, e sua mistureba de referências acaba se tornando inovador. Tão novo que chega a ser original. Mas não cabe a nós, meros mortais, qualificar se ele é ou não é o cara, o que sabemos, é que o diretor/roteirista/ator/produtor já sentiu o gosto dos dois lados da moeda. Se Tarantino já foi o autor do premiado Pulp Fiction, é dele também o contestável À Prova de Morte.

Desta maneira, assistir a Bastardos Inglórios (Ingloriuos Basterds, EUA, 2009) separando a obra do seu autor é quase impossível. Ainda mais, que este projeto, assim como Kill Bill, ficou mais do que uma dezena de anos entre o papel e o quase, antes de ver a primeira luz do set acesa.

Em seu filme de 2ª Guerra (sim, Tarantino adora subgêneros – filme de vingança, filme de diálogo – Slasher Movies – black explosian), o diretor de Cães de Aluguel trabalha mais uma vez a temática da vingança. Seu grupo de Bastardos, encabeçado por Aldo Raine (Brad Pitt) quer escalpar, atacar a tacadas de beisebol e navalhas, nazistas que persegueram os judeus numa França ocupada.

Em outra frente, temos a história da bela Shosanna (Mélanie Laurent), uma judia sobrevivente de um massacre no interior francês, promiovido pelo coronel Hans Landa (Christoph Waltz, em atuação elogiada).

Três anos depois do massacre que abre o filme, Shosanna é dona de um cinema em Paris, que vai receber uma première de uma importante produção da UFA, Estúdio de Progapanga Nazista na 2ª Guerra), intitulada “O Orgulho da Nação”. Neste climax cinematográfico que mistura cinema europeu, com o pastiche da Grande Guerra, à publicidade ariana, que a bela jovem e os bastardos têm a oportunidade de se vingar e ensinar um pouco de humanidade à corja Nazista.

Mesmo sendo um filme de época, Tarantino não decepciona seus fãs, com a sua tradicional violência estilizada, ângulos clássicos de seus filmes e trilha sonora que agrada a todos incondicionalmente, indo de Ennio Morriconni à David Bowie.

No final das contas, vamos ver mais do mesmo de uma forma diferente. E o que mais pode ser o cinema de Tarantino? Algo copiado… talvez sim. Algo novo… provavelmente. Ninguém sabe, nem ele próprio. O importante é que é sempre um bom programa, passar algumas horas com a intimidade que o realizador tem de nos impressionar e ver que por mais bastardo que o cinema seja. Ele continua sendo arte e essa é pra ser apreciada incondicionalmente.

Veja o trailer legendado do filme aqui.

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Comendante em frente aos seus homens: “Cada um sobre meu comando me deve 100 escalpos – e eu quero os meus escalpos”

Confira neste link uma postagem antiga, sobre o lançamento no Festival de Cannes de Bastardos Inglórios, acompanhada de alguns pôster com os principais personagens do filme.

Fábio Prina_09/10/2009

5 Outubro, 2009

Coldplay no Brasil

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O Coldplay vem ao Brasil mais uma vez, trazendo agora a turnê de divulgação do seu último álbum Viva la Vida or Death and all his Friends. Diferente do que aconteceu em fevereiro 2006, quando o quarteto britânico realizou três apresentações apenas na cidade de São Paulo, a passagem de 2010 da banda por aqui terá duas apresentações, dia 28 de fevereiro (dia do meu aniversário) na Praça da Apoteose, no Rio, e no dia 2 de março, no estádio Morumbi, na capital paulista.

A venda de ingressos para os shows, que será aberto aqui pela banda Bat For Lashes, inicia no dia 9 de novembro, pela internet. Para os fãs brazucas que querem saber tudo e mais um pouco sobre a excursão do Coldplay terras tupiniquins, a organização do eventos lançou um hotsite muito interessante.

A passagem de Viva la Vida Touri pelas América do Sul, vai contemplar tembém a Argentina, Colombia e México. A turnê já passou por 25 países em todo mundo, juntando um público de 2,25 milhões de pessoas.

Vídeo da banda apresentado a música título do álbum Viva la Vida

15 Setembro, 2009

A inocência perdida nos contos de fada

E se as princezinhas dos contos de fadas tivessem crescido, encorpado e revivessem as suas histórias com um tom um pouco mais picante?

Na verdade, dizem que a origem dos contos populares dos Irmãos Grimm tinham esse caráter erótico, mas acabaram se tornando propícios para o público infantil, muitos deles imortalizados nas animações de Walt Disney.

De qualquer forma, esse assunto me veio à cabeça hoje, quando passava os olhos numa galeria de imagens do blog Fottus que mostra diversas “princezinhas” reproduzidas em desenhos de uma forma diferente do que estamos acostumados.Achei muito interessante, e também me lembrou, a série em quadrinhos lançada recentemente pelo meste Alan Moore, que entre outros trabalhos, fez Watchmen, V de Vingança e A Liga Extraordinária.

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Lost Girls, de Alan Moore, o fim da inocência nos contos de fada

O nome da série criada por Moore se chama Lost Girls – Meninas Crescidas, e em seu primeiro volume, reúne Alice (de Alice no País das Maravilhas), Wendy (de Peter Pan) e Dorothy (de O Mágico de Oz), que se encontram em uma casa de campo onde descutem sobre fantasias  e o seu despertar sexual. Algo que não deixa de ser curioso.

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O que será que os Três Ursinhos pensaram nesse momento?

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Pobre Branca de Neve, seduzida pela fruta do pecado

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Já a Cinderela, que gata!

Para conferir a galeria completa das beldades dos contos de fada no blog Fottus, clique aqui.  Não deixe de dar uma espiada, as imagens são muito interessantes.

Fábio Prina_15/09/2009

14 Setembro, 2009

AC/DC confirma show em São Paulo

Os australianos do AC/DC confirmaram nesta segunda-feira, 14 de outubro, através do seu site oficial, que irão se apresentar no Estádio do Morumbi, em São Paulo, no dia 27 de novembro deste ano.

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Black Ice, disco de estúdio da banda lançado em 2008

Depois de onze anos sem vir ao país e oite sem cair na estrada com turnês, a banda traz o show Black Ice World Tour ao país.  Com a venda de ingressos esgotados nos EUA e na Europa, Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Malcolm Young (guitarra), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) apresentarão em terras sul-americanas (também foi confirmada uma apresentação na Argentina) um imponente show montado em um palco de 78m de comprimento e 21m de profundidade, dividindo a cena com uma locomotiva real de seis toneladas, que se movimenta durante o espetáculo. Para a grandiosidade do show acontecer, são necessárias 55 carretas de transporte.

Com 36 anos de carreira, e mais de 200 milhões de discos vendidos, o AC/DC apresentará um repertório baseado nos discos Black Ice, lançado no ano passado, e Stiff Upper Lip, de 2000.

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Imagem da turnê da banda, produção grandiosa promete ser um dos maiores espetáculos que o rock conheceu

A previsão de início de venda dos ingressos é para o próximo dia 1º de outubro. Outras informações sobre preços e horários serão divulgadas em 21 de setembro, inclusive outros locais de possíveis apresentações da banda. A muito tempo especula-se que a capital gaúcha seria um dos locais onde os autralianos se apresentariam, mas ainda nada foi confirmado.

Para quem não se aguenta de vontade de saber tudo sobre o show desses dinossauros do rock, esse site contém uma gama generosa de informações sobre a turnê da banda. Vamos esperar para ver o que acontece.

Fonte das informações: ClicRBS.

Fábio Prina_14/09/2009

Spoilers bacanas

Arquivado em: Artes, Cinema, Cultura Inútil, Filmes, Lista de blogs, Publicidade — fprina @ 11:48 am

Vi essa foto no blog Sedentário & Hiperativo. Ficou genial a montagem com spoilers de grandes filmes cinema que aparece no blog estampada numa camiseta nerd.

Segue a imagem abaixo para inicar a semana com um pouco de bom humor.

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Fábio Prina_14/09/2009

10 Setembro, 2009

Parece que a coisa é boa mesmo…

Em êxtase com o lançamento do jogo The Beatles:Rock Band que chegou as lojas europeias e amerinas ontem, na data singulas de 09/09/09, começam a pipoar as primeiras impressões do jogo por todos os cantos na internet e outros veículos menos muitimídias.

Acompanhei grande parte da onda de repercussão do que foi o lançamento mais esperado dos jogos musicais de todos os tempos, ou desses últimos anos após o fenômeno Guitar Hero criar um novo gênero para os games e dar um respito à invalidada indústria fonográfica.

Se você não está familiarizado com o assunto acompanhe aqui, aqui, aqui e aqui, em ordem cronológica, o que se comentou nesse blog de assuntos desiteressantes sobre lançamento do jogo.

Log abaixo segue na íntegra a crítica do game escrita por Steve Weintraub, publicada ontem, 09/09/09 (data bonita, né?), no site Omelete. Pela empolgação, parece que a coisa é boa mesmo…

Crítica: The Beatles Rock Band

Um game essencial aos fãs da banda, do gênero dos games e amantes da música em geral

Steve Weintraub

No fim de semana passado eu fiz algo que sonhava desde o anúncio do game em 2008: finalmente joguei The Beatles: Rock Band. O título, um casamento entre a banda e o jogo Rock Band, é tudo o que eu esperava e mais. Da abertura do game aos interlúdios narrativos no Modo de História, os criadores de Rock Band, a Harmonix, fizeram um jogo que os fãs dos Fab Four vão apreciar e que vai apresentar o grupo a toda uma nova geração.

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De cara, a abertura do jogo faz os dois primeiros Rock Band pareceram coisa de amador. Eu e os meus amigos – que rapidamente cruzaram Los Angeles quando souberam que o game havia chegado em casa – ficamos sentamos calados, cativados pela animação e música dos créditos iniciais. Com as músicas dos Beatles nas mãos, a equipe criativa não poupou esforços para tornar cada número musical único em termos de design. A Harmonix honrou a banda e suas centenas de milhões de fãs ao redor do mundo ao compreender como traduzi-las em uma interessante e imersiva experiência interativa.

Quando você liga o game pode optar pelo Modo de História ou Quickplay (partida rápida), modo em que todas as 45 canções ficam disponíveis sem a necessidade de destravamento. Meus Beatles caseiros selecionaram o primeiro modo – e começamos a tocar as músicas da primeira fase da banda, no melhor estilo “Yeah Yeah Yeah”. Três horas depois, já estávamos imersos no estúdio experimentando os álbuns do meio de carreira.

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Nesse modo, cada fase dá aos jogadores um certo número de canções que devem ser completadas para que se alcance o próximo nível. Na transição, o game mostra uma animação breve, com excelente qualidade de vídeo – e percebi que não era o único a achá-las excelentes, já que ninguém queria sair da sala para ir ao banheiro ou pegar bebidas durante elas.

O que não muda em relação aos Rock Band anteriores é a jogabilidade. Essencialmente, Beatles Rock Band é o mesmo game quando o assunto é apertar botões. A única novidade é a harmonia vocal. Afinal, não seria um game dos Beatles sem a possibilidade de até três jogadores cantarem juntos determinadas passagens das músicas, o que é sensacional. As instruções na tela de quem cantar, como cantar e quando entrar são bastante claras e não houve qualquer dificuldade em aprender.

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Esse novo recurso ilustra uma das razões pelas quais Rock Band é um dos melhores games de todos os tempos para se jogar em grupo: ele faz com que as pessoas partilhem juntas seu amor pela música, premiando individualmente os jogadores e coletivamente o grupo, pela sua união.

O tempo passou voando e o fim de semana acabou. Infelizmente, não dá pra reunir os amigos durante a semana pra jogar e eu precisava escrever esta crítica, então não pudemos jogar até o fim. Mesmo assim, posso dizer que The Beatles: Rock Band é um jogo fantástico. Os instrumentos de Rock Band ou Guitar Hero World Tour que você eventualmente já possui em casa devem funcionar perfeitamente bem com o título – mas se você tem um dinheiro extra, a chance de ter as réplicas dos instrumentos da banda só aumenta a diversão. Enfim, The Beatles Rock Band é essencial para os fãs da banda, fãs do gênero dos games e amantes da música em geral.

Ah, e se você está preocupado com as músicas dos Beatles que faltam (o game só tem 45 delas), a Harmonix anunciou que lançará álbum a álbum mensalmente a partir de 20 de outubro com o disco Abbey Road, seguido por Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band em novembro e Rubber Soul em dezembro.

Fábio Prina_10/09/09 (essa data nem é mais legal)

8 Setembro, 2009

Oscar Brasilis

Uma coisa que nunca inspira muita certeza é a participação brasileira na entrega dos premios da Academia de Ciencias e Técnologias de Hollywood, o famoso Oscar. Poucas vezes o Brasil realmente teve chances, no máximo, bateu na trave, com muito otimismo, mas na grande maioria das nossas safras cinematofráficas, sequer chegamos perto de sagrarmos vencedores.

Parecendo que estamos indo mais uma vez pelo caminho mais distante da estatueta dourada, a Secretaria do Audiovisual, órgão ligado ao Ministério da Cultura, divulgou na última sexta-feira, 4 de setembro, a pré-lista de títulos  que poderão concorrer ao Oscar em 2010.

A lista é escolhida por uma comissão formada por críticos, pesquisadores, cineastas e representantes de distribuidoras, que indicarão apenas um nome para a Academia.

O filme escolhido para representar o Brasil na categoria de melhor produção estrangeira (não falada em inglês) será divulgado pelo Ministério da Cultura no dia 18 de setembro. A cerimônia do Oscar 2010 ocorre no dia 7 de março.

Confira a galeria com os pré-selecionados:

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Besouro – de João Daniel Tikhomiroff

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Síndrome de Pinnochio – Refluxo – de Thiago Moyses

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Jean Charles – de Henrique Goldman

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Feliz Natal - de Selton Mello

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A festa da menina morta – de Matheus Nachtergaele

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O menino da porteira – de Jeremias Moreira

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Se nada mais der certo – de José Eduardo Belmonte

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Budapeste – de Walter Carvalho

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Salve geral - de Sérgio Rezende

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O contador de histórias – de Luiz Villaça

Fonte: G1 – Cinema

Fábio Prina_08/09/2009

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