Neste mês de setembro, muito se falou sobre a fab four. Um dos motivos, claro, foi o já comentado lançamento do jogo musical The Beatles: Rock Band, recordista em críticas positivas e sucesso absoluto entre os maníacos por games.
The Beatles, 1964 – Mal sabiam que 45 anos depois, ainda seriam recodistas de vendas e parte da cultura global
“Coincidentemente” na mesma semana que chegou ao público o jogo sobre o quarteto inglês, foi lançado simultaneamente, uma caixa de rematerizações da obra original da banda. O material é formado por catorze discos de estúdio e a coletânea Past Masters, com os singles que não saíram nos álbuns.
Além de trazer um novo trabalho de remasterização ao obsoleto modelo de gravação em dois canais usado, principalemente, nos primeiros discos dos Beatles, o som está mais pesado nos instrumentos de bateria e baixo, além claro, de uma incrível nitidez sonora, tão impressionante quanto o trabalho desenvolvido para a tilha de Love.
Passados duas semanas da data 09/09/09 que culminou no lançamento da nova onde de produtos da grife “The Beatles”, a gravadora EMI divulgou que somente na América do Norte, Japão e Grã-Bretanha foram vendidos 2,25 milhões de cópias dos novos discos. Lembrando, claro, que no próximo ano ‘comemoramos” nada menos do que quarenta anos do fim da banda.
Box reúne 15 discos dos Beatles em alta qualidade
Em tempo, a revista Rolling Stone brasileira colocou como matéria de capa da sua edição de setembro, uma reportagem contanto os trádicos dias finais da maior banda de todos os tempos. A matéria é sensacional, muito baseada no recente livro do jornalista Bob Spiltz, The Beatles – A Biografia, trazendo um resgate da tragetória de brigas, desentendimentos, vícios, Yoko Ono, enfim… Vale, e muito, a pena ler o texto de Mikal Gilmore.
Já que estamos fazendo um merchandising descarado dos produtos dos Beatles, dos livros, dos jornalistas e da revista, vale ainda dar uma olhada no texto do brasileiro Pablo Miyazawa sobre o jogo The Beatles: Rock Band.
Clique na imagem para conferir a edição online da revista
E chega. Daqui em diante não falaremos mais sobre The Beatles: Rock Band, Beatles, e esse tipo de coisa. Era isso.
E se as princezinhas dos contos de fadas tivessem crescido, encorpado e revivessem as suas histórias com um tom um pouco mais picante?
Na verdade, dizem que a origem dos contos populares dos Irmãos Grimm tinham esse caráter erótico, mas acabaram se tornando propícios para o público infantil, muitos deles imortalizados nas animações de Walt Disney.
De qualquer forma, esse assunto me veio à cabeça hoje, quando passava os olhos numa galeria de imagens do blog Fottus que mostra diversas “princezinhas” reproduzidas em desenhos de uma forma diferente do que estamos acostumados.Achei muito interessante, e também me lembrou, a série em quadrinhos lançada recentemente pelo meste Alan Moore, que entre outros trabalhos, fez Watchmen, V de Vingança e A Liga Extraordinária.
Lost Girls, de Alan Moore, o fim da inocência nos contos de fada
O nome da série criada por Moore se chama Lost Girls – Meninas Crescidas, e em seu primeiro volume, reúne Alice (de Alice no País das Maravilhas), Wendy (de Peter Pan) e Dorothy (de O Mágico de Oz), que se encontram em uma casa de campo onde descutem sobre fantasias e o seu despertar sexual. Algo que não deixa de ser curioso.
O que será que os Três Ursinhos pensaram nesse momento?
Pobre Branca de Neve, seduzida pela fruta do pecado
Já a Cinderela, que gata!
Para conferir a galeria completa das beldades dos contos de fada no blog Fottus, clique aqui. Não deixe de dar uma espiada, as imagens são muito interessantes.
Se você acha que é uma daqueles fãs inveterados, que gasta milhões com porcarias que não servem pra nada, a não ser pra ocupar espaço e deixar seu canto mais cool. Pense de novo. As fotos abaixo são de um coreiano chamado Cho Woong, um fã de Star Wars.
Se o cara é bem certo, isso eu não sei, mas que tem uma coleção de dar inveja até a George Lucas, isso eu tenho certeza. Em um lugar na sua casa, chamado singelamente de Star Wars Room, o cara tem peças que vão desde o tamanho real de Darth Vader, até mini toys dos soldados imperiais sobre uma mesa de jantar. Isso passando por réplicas reduzidas de diversos personages, diversos mesmo, os principais, secundários, aqueles que ninguém lembra que apareceram em algum lugar e assim por diante. E o pior, não é uma réplica de cada, são diversas. Sé em tamanho grande, o robozinho xarope R2D2 tem 6 exemplares, um deles, que obviamente me deixou com inveja, é um frigobar de cervejas.
Mas enfim, neste caso as imagens valem muito mais do que as palavras. Ainda vale o toque de quem quiser visitar o blog do nosso amigo Cho, ou mesmo conferir mais um pouco desse tipo de fanatismo, não apenas pela saga imortal de Lucas, mas por outros tantos filmes, séries, animes e afins, no blog OtaCool.
Tradicionalmente a revista Maxim divulga o seu Top100, com as celebridades mais sexys do ano. Comopostei o ano passado as 10 celebridades femininas que encabeçam a lista, nada mais justo que repetir o esquema para 2009. Seguem abaixo as fotos das belezocas, e clicando na imagem o link leva direto para o post no site da Maxim.com.
O filme brasileiro Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Kátia Lung (Domésticas), está na lista dos melhores filmes estrangeiros, em eleição da revista norte-americana Paste. A publicação listou as 25 produções de fora dos Estados Unidos mais importantes da década, havaliando não necessáriamente o número de prêmios. O único filme nacional da lista, tem um extenso currículo de premiações e indicações, destacando o Bafta de Edição/Montagem e as quatro nominações ao Oscar.
Aclamado munidalmente, Cidade de Deus relata de forma brilhante, três décadas do desenvolvimento do tráfico de drogas no Rio de Janeiro. O roteiro indicado ao Oscar, de Bráulio Mantovani, não é linear, mas não é confuso ao espectador, em sua forma crua de registrar diversos fatos descritos no livro homônimo de Paulo Lins. Nos cinemas brasileiros o longa de Meirelles registrou mais de 3 milhões de espectadores.
Confira abaixo a relação completa das 25 produções “extrangeiras” ou melhor não norte-americanas, que foram apontadas na lista. Alguns, dos que mais me agradaram, estão destaque.
25. Maria Cheia de Graça
24. Persépolis
Menina Iraniana larga o sonho de ser profeta para se tornar revolucionária. Indicado ao Oscar de Animação.
23. Volver
22. Deixe ela Entrar
21. Oldboy
15 anos preso e sedento por explicações e vingança. Fábula sensacional que venceu o Grand Prix em Cannes.
20. Gomorra
19. A Queda – As Últimas Horas de Hitler
Produção alemã que conta os momentos finais do füher é uma obra prima sobre a ruína da ganância.
18. Paradise Now
O outro lado da moeda é visto neste filme sobre a guerra entre Palestinos e Judeus. Filme monosprezado pela academia norte-americana que conquistou o mundo com sua franqueza ao retratar o lado palestino do conflito.
17. Yesterday
16. Entre os Muros da Escola
15. Ninguém pode Saber
14. The best of youth
13. E sua mãe Também
Filme que projetou dois astros: Gael García Bernal e Diego Luna, no drama adolescente do diretor Alfonso Cuerón.
12. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Lírico e encantador. Amelie Poulain conquistou o mundo com uma forma de fazer cinema poético que havia se perdido no tempo. Ainda mensão honrosa para a fotográfia divina da produção.
11. 4 meses, 3 semanas e 2 dias
10. Cache
9. Amores Brutos
Traição, Angústia, Pecado, Egoísmo, Esperança, Dor e Morte. Primeiro capítulo da Trilogia da Perda, do diretor Alejandro Gonzalés Iñarritu, que continou com 21Gramas e Babel.
8. A vida dos Outros
7. Amor à flor da pele
6. A Viagem de Chihiro
5. Fale com Ela
4. Cidade de Deus
Apogeu da Retomada do cinema brasileiro, sucesso de públido e crítica, e a consagração de Fernando Meirelles.
3. O Escafandro e a Borboleta
2. O Tigre e o Dragão
O diretor Ang Lee redireciona o olhar para a China e mostra ao ocidente o grande cinema oriental.
1. O Labirinto do Fauno
O terror da Guerra Civil Espanholaé o pano de fundo para a fábula invendada por uma menina para ousar fugir do mundo real. Filme adulto que explora a mitologia dos contos infantis e a fantasia. Trabalho do diretor Guilhermino Del Toro, que assumiu a adaptação de O Hobbit, do autor de O Senhor dos Anéis.
É isso. Amanhã, a mais aclamada história em quadrinhos da história (redundante não), chega as telas de cinema de todo mundo. No mesmo filão de mercado que quase redefiniu o gênero “filme de herói”, Watchmen – O Filme segue a linha de Homem-Aranha, Batman, Sin City e V de Vingança para se tornar outra grande obra prima do cinema surgida nos comics.
Assim que passar os meus olhos na obra, terei a petulância de fazer uma análise e publicar por aqui. Por enquanto, deixo um belo texto de Matheus Potumati, publicado no site G1 que aponta diversos motivos para ver e para não ver a produção. Segundo ele, o texto é para leigos, que nunca tiveram em contato com a obra, mas ele vai um pouco além, meio que na inocência. No G1 há também uma segunda crítica destinada aos fãs dos quadrinhos, vale a pena se você realmente conhece a obra, senão, vai perder boa parte da graça do filme.
Até amanhã na sala de cinema mais próxima.
O comediante voa janela abaixo, seguido pelo seu botton.
Falta de bons atores prejudica desempenho de ‘Watchmen’
A partir desta sexta, o mundo de fãs de quadrinhos se mobiliza para cumprir uma obrigação solene: assistir à estreia de “Watchmen - O filme” – a mais aguardada, patrulhada e conturbada adaptação de uma HQ para o cinema na história. Se você não se enquadra necessariamente nessa categoria (o que, pela matemática, provavelmente é o caso), talvez esteja se perguntando, “o que eu tenho a ver com isso?”
Quem vai ao cinema sem conhecer a história e espera um filme de ação cheio de pancadaria, efeitos e trama policial, precisa entender umas coisas antes. “Watchmen” não é uma história de super-herói qualquer. E isso, por mais que pareça o papo daquele amigo nerd que tentava convencê-lo a ler gibi, é bem sério. “Watchmen” se situa junto às melhores obras de ficção científica e política do século XX. É pesado, perturbador e complexo.
A história é hermética, construída sobre referências ao universo dos heróis – o Comediante, por exemplo, é uma versão psicologicamente deformada do Capitão América; Dan Dreiberg, alter-ego do Coruja, é como um Clark Kent que resolveu levar uma vida normal.
O contexto político também exige algum embasamento: o mundo onde se passa a trama é uma realidade paralela situada nos anos 1980, que faz os reacionários anos Reagan parecerem o governo Obama. Nele, os EUA ganharam a Guerra do Vietnã – com a ajuda dos heróis –, e a tensão entre EUA e URSS está prestes a esquentar a Guerra Fria. O presidente do país, pela terceira vez consecutiva, é o ultra-conservador Richard Nixon, que na vida real renunciou em 1974 após o escândalo Watergate.
É uma realidade distante até dos jovens americanos de hoje, quanto mais dos brasileiros. “Watchmen” exige um comprometimento muito maior do que “Homem-Aranha”, e estômago mais forte do que “Batman – O cavaleiro das trevas”. Não é filme para levar a namorada, a não ser que a sua namorada realmente goste de ver filmes. Portanto, só vá ao cinema se você estiver disposto a entender isso – e nesse caso vá mesmo, que a sessão vale o ingresso.
Se você, ao contrário, já sabe mais ou menos o que esperar, a conversa é outra. A principal pergunta que todos se faziam, desde que a história toda começou, era: “vai ser fiel à HQ?” Isso, você também já deve saber, está garantido. Qualquer adaptação para o cinema sempre engole algumas coisas e enxuga outras, mas o principal está ali, imaculado até às citações textuais exatas – exceção feita ao final, diferente na solução mas essencialmente o mesmo.
Trailer sombrio apresenta personagens e envoca Smashing Pumpkins
O fato de seguir à risca uma história genial, levada às telas com preciosismo técnico e estético incomparável, garante um filme no mínimo bom. Isso, certamente, vai fazer a alegria da grande maioria dos exigentes fãs da história. Mas, fora isso, o que há em “Watchmen”?
Do ponto de vista do elenco, faltam atuações memoráveis. É algo dispensável em filmes comuns de herói, mas um projeto com tantas ambições deveria considerar melhor a possibilidade.
A decisão de não escalar atores famosos aparentemente buscou priorizar a trama, mas personagens fortes saíram prejudicados, como o Comediante (Jeffrey Dean Morgan) e o Dr. Manhattan (Billy Crudup). O único destaque é Jackie Earle Haley, que faz Rorschach, narrador e personagem principal. Firme e soturno, Haley ficou à altura do papel. Mesmo assim, não chega perto da atuação de Heath Ledger em “Cavaleiro das trevas”.
As escolhas da adaptação prejudicaram pelo menos duas cenas fundamentais: as sessões de Rorschach com o psicólogo e as divagações do Dr. Manhattan em Marte. Resumidas demais, ambas perderam em profundidade.
Em outros momentos, quando a adaptação insere elementos alheios ao original, a qualidade dos diálogos e do andamento cai. Isso é perceptível na sequência final, ou na pirotecnia dispensável na cena de orgasmo de Espectral.
Esses detalhes devem excluir o filme da disputa por algum prêmio nobre do cinema e são indícios das deficiências de Snyder, que se sai bem apenas quando se limita à reprodução literal do original. É provável que ele nunca tenha tido tais ambições, mas a história certamente tinha espaço para isso.
Desfecho conservador
Apesar do contexto político distante, também é inevitável pensar nos anos Bush. A história de Alan Moore joga com a ambiguidade entre mentira e verdade, bem e mal, meios e fins, expondo a complexidade das relações éticas e morais humanas. Nada mais adequado, portanto.
Na adaptação, como o andamento é mais superficial, essa discussão fica esvaziada. No final, é quase como se o desfecho conservador fosse justificado, como a invasão de certo país do Oriente Médio mediante a bravata da destruição em massa. Não se trata de acusar Snyder de propaganda republicana, mas o mal-estar esperado, que seria bem vindo, fica amenizado.
Seja como for, “Watchmen – O filme” tem o notável mérito de gerar esse tipo de discussão em torno de uma história em quadrinhos, e amplificá-la em escala geométrica. Resta saber o que você, que não conhece o quadrinho, vai achar.
Quentin Tarantino, ‘o diretor mais influente nos anos 90′, está a todo o vapor. Agora exercendo aquilo que todo mundo quer ver dele: roteiros e direção. Após seu retorno do limbo em 2003 com o lançamento de Kill Bill, o cara não pára. Dirigiu uma ponta do trabalho do amigo-parceiro Robert Rodrigues, Sin City – A Cidade do Pecado, escreveu, atuou e dirigiu trabalhos para a TV e, também em parceria com Rodrigues, lançou nos cinemas o duplo Grindhouse, que sequer chegou ao Brasil, em sua forma completa.
Este último, injustiçado nas bilheterias, é na verdade uma sessão dupla de filmes, relembrando as nostálgicas salas de cinema B dos anos 70, que atraiam fregueses passando dois filmes por o preço de um. Death Proof, ou À Prova de Morte, seguimento de Tarantino, é o trabalho mais fraco do diretor. Fraco, porque sempre se espera fôlego e muita inquietação de um filme comandado pelo nerd, mas que nesse abre mão dos diálogos inspirados (com excessões) para dar voz ao cine-destruction setentista. O resultado, principalmente quando assistido ao lado de Planet Terror, segmento de Rodrigues, é no mínimo pífio.
Mas mesmo com o forte fracasso do trabalho em parceria, Tarantino não pára. E aí que entra a produção de seu projeto mais audacioso e adiado: Inglorious Bastards, seu filme de segunda guerra.
O filme é tão audacioso que seus “tutores”, os irmãos Weistein, tiveram que vir a público procurar por investidores que topassem integrar o time do $$ da nova obra de Tarantino. O negócio saiu do papel e já está em produção, com um elenco de Luxo – o que é comum nos filmes do diretor. Brad Pitt, Diane Kruger (Tróia), Mike Myers (Austin Powers) e Daniel Brühl (Adeus Lênin), encabaçam o cast.
Segundo o site Omelete, eis a sinopse oficial, divulgada na quarta-feira, 14 de outubro:
“Inglourious Basterds começa na França ocupada pelos nazistas, onde Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) testemunha a execução de sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa (Christoph Waltz). Shosanna consegue escapar e foge para Paris, onde cria uma nova identidade como dona de um cinema.
Enquanto isso, também na Europa, o tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza um grupo de soldados judeus para atacar alvos localizados. Conhecido por seus inimigos como Os Bastardos, o esquadrão de Raine se junta à atriz alemã e agente infiltrada Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger) em uma missão para derrubar os líderes do Terceiro Reich. Os destinos convergem para o cinema onde Shosanna está planejando a sua própria vingança.”
Poster teaser
Além disso, a revista americana Variety publicou um possível poster-teaser do longa. A imagem mostra o brasão nazista perfurado por uma bala, nada muito original, mas emblemático. Abaixo, apenas o nome do diretor e de seu filme. A previsão de estréia ainda não é exata, mas Tarantino garante que o filme estará no festival de Cannes em maio de 2009. Pagamos para ver. Mas é assim mesmo, tudo pode-se esperar desse camarada do cinema contemporâneo.
Basicamente, isto é tudo que é dito e o que aparece no trailer de The Spirit, filme do roteirista de quadrinhos Frank Miller sobre a obra de outro papa da nona arte Will Eisner. Precisa dizer mais? Sim, precisa. Abaixo estão as imagens dos pôsters com o elenco feminino do filme. Agora sim, não precisa dizer mais nada.
Lembra-se da época em que as mulheres famosas envelheciam, isso mesmo, ficavam com rugas, cabelos brancos e com caras de divas. Pelo visto isso vai ser um passado remoto de agora em diante. A Vanity Fair preparou uma coletânea de imagens da cantora Madonna, que mostra o seu “rejuvenescimento” absurdo através dos anos, que não são poucos, a eterna Virgin está na casa dos cinquentões, mesmo assim, aparenta estar muito melho que em seus vinte e poucos.
Vale a pena dar uma olhada, clique na imagem e folheia a revista virtual.
Se você achou este lugar sozinho, meus parabéns. Ou parabéns há algum buscador, que trouxe você até este longíncuo blog de bobagens e cultura inutil perdido na World Wide Web.
Há muito tempo atrás, este endereço hospedava trabalhos e criações fantásticas para a disciplina de Jornalismo On-line, cursada no segundo semestre de 2007, na Unisinos. A partir de hoje, farei deste espaço, o meu espaço, de confissões, desabafos, passatempo e outras formas de expressão que ainda não bolei.
Nosso foco será o grande universo da cultura, em especial o que está próximo, ou não tanto, de mim: cinema, música, HQ, desenhos animados, livros, teatro, exposições, feiras, artesanato indígina, brinquedos, personalidades, besteiras e qualquer coisa que for interessante, no maravilho mercado global do entretenimento.
Também como um bom estudante de comunicação, não vou deixar passar fatos e assuntos que agitam o mundo pop midiático. Afinal, nem só de pão viverá o homem, vamos mesclar, inventar e por na torradeira para deixar tudo mais… gostoso.
Enfim caro visitante, seja sempre bem-vindo. Se gostou ou não de algo que leu, viu, ouviu ou assistiu por aqui, não deixe de responder, de comentar. Assim que as oportunidades aparecerem, estarei postando mais e mais sobre tudo que ronda esta a mente estranha deste que vos escreve.