Lista de Presentes de Aniversário!

Galera,

Dia 28 (amanhã) eu faço 28 anos. Pra não ter aquela história tipo: “poutz, o que eu vou dar pro amigo esse ano, mesmo que não tenha festa” fiz uma modesta listinha com 15 sugestões bacanas! Só apurem, já que alguns artigos necessitam de encomenda!

Lista de Presentes de Aniversário para o Prina:

 

15 – Um charuto pra fazer aquela fumaceira: Cohiba Behike 56 

14 – Uma bebidinha pra molhar a guela: Château Petrus

13 – Uma TVsinha pra ver a novela: LaserVue – Mitsubishi

12 – Um relóginho pra não perder a hora: Omega Museum

11 – Um chinelo, pra chinelagem: Giorgio Armani Pointed Sandals

10 – Um desenho pra colorir: Les Saltimbanques – Pablo Picasso

9 – Um instrumento musical, pra fazer um sonzinho lá em casa: Franch Piano

8 – Uma moto, pra dar aquela banda nos paralelepipido: MV Augusta F4RR

7 – Uma roupinha pra não sair mal arrumado de casa: Alexender Amosu Suit

6 – Um telefone, pra poder ligar pro pessoal, né! Alexander Amosu Diamond Blackberry

5 – Uma caneta pra perder como todas as outras que já tive! Aurora Diamante Pen

4 – Uma canoa, pra pescar no rio Jaguari: Moorings 5800 Catamaran

3 – Um óculos de sompra, pra curtir na praia: D&G 2027B

2 – Uma fubica por que andar a pé na chuva é triste: Ferrari 458 Spider

1 – E, claro, um velho e pequeno sonho de consumo, porque todo mundo merece um pouquinho de luxo nessa vida.

Columbus Global Explorer

 

Fábio Prina_27_2_2013

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O lado sombrio de Star Wars

O lado sombrio da força, que antigamente era conhecido como ‘o ‘lado negro’, mas devido a evolução do politicamente correto foi renomeado, é a turma dos malvados nos filmes Star Wars, aqueles que apesar de serem carismáticos, sempre tem algum podre por trás. Com o passar das últimas décadas, não foi apenas essa nomenclatura que mudou nessa série clássica do cinema.

Antes de mais nada, todo mundo deve saber do que se trata Star Wars, certo? Em poucas palavras, é uma hexalogia de aventuras especiais com mocinhos e vilões de propriedade intelectual de George Lucas, diretor de cinco dos seis filmes. Se isso não é suficiente para você, então não se dê o trabalho de continuar a passar os olhos pela tela do computado, será perda de tempo.

Bom, recapitulando, são seis filmes, lançados em duas trilogias diferentes. Uma entre os anos 70 e 80, conhecida hoje como a Trilogia Clássica, e a uma outra lançada entre os anos 90 e 2000, que eu nem sei como é conhecida. Aquela primeira, que revolucionou os efeitos especiais, as trilhas de ficção científica, o gênero sci-fi , o lançamento dos grandes filmes no cinema, etc… também criou uma série de devotos fãs, que hoje devem conhecer a obra tão bem quanto o seu principal criador. Eis que no final da década de 90, Lucas tirou da gaveta uma ideia muito antiga, de contar o prelúdio da séria, aliás não apenas um simples prelúdio, mas uma nova trilogia para descobrirmos as origens dos personages e, para piorar a situação, da mitologia dessa série. Eis que foi lançado em 1999, Star Wars – Episódio I – A Ameaça Fantasma, que iniciou o bafafá. Bom, sem rodeios chegamos onde a história está para ser recontada.

No próximo dia 25 de outubro, chega exclusivamente para o mercado norte-americano, um filme, no mínimo interessante, que discute o lançamento da segunda trilogia de Star Wars, e acima de tudo, o descontentamento dos fãs mais fiéis com esse ‘lado sombrio’ da série. O nome do trabalho é The People vs George Lucas, 2010 (em tradução livre: O Povo Contra George Lucas), realizado por um cara chamado Alexandre O. Philippe.

Esse projeto teve início em meados de 2007, quando foi criado o site www.peoplevcgeorge.com conclamando os fãs da saga para enviarem suas observações sobre a obra completa de Lucas. Mais de 600 horas de imagens vindas dos quatro cantos do planeta, que variavam desde depoimentos, animações, filmes em 8mm e também, hoje os famosos, fanfilms. Assim, foi dada largada para a criação desse documentário, que, como colocou o meu amigo Felipe Guerra, em sua crítica muito bem humorada, “o dúbio sentimento de amor e ódio dos fãs de Star Wars“.

Em entrevista a uma revista ianque, o diretor do documentário classificou o trabalho como um tributo à geração do youtube, que segundo ele, o próprio Lucas deveria ter escutado enqueanto realizava os novos capítulos da série. Em uma matéria muito recente, o site Omelete destacou os comentários nada amigáveis de um antigo produtor dos antigos Star Wars, que afirmou que as continuações carecem de problemas em “vários níveis”. Bom, a coisa não é boa para o lado do adversário do povo nesta história.

Em contraponto, o filme também reserva espaço para mostrar tudo de bom, digamos o que sobraria para o lado claro, dos fãs de Star Wars, desde as criações em vídeo, passando por diversos outros segmentos de arte e entretenimento, e claro, chagando ao fanatismo extremo que alguns desmiolados tem pelos filmes. Isso sem entrar em toda penga de produtos comerciais que surgiram derivados da séria.

Enquanto esse documentário divertido e muito interessante, para quem se interessa por Star Wars, claro, não chega por aqui, fica a dica para um download ilegal, já que existe versões, inclusiva com legendas imbutidas.

Falando em Star Wars, recentemente foi lançado as duas trilogias da série no formato Blue-Ray, que acabaram batendo recordes da curta história da nova mídia. Em números, cerca de 1 milhão de unidades foram vendidas em menos de uma semana do seu lançamento, algo que somou mais 84 milhões de dólares para os bolsos do estúdio Fox e de Lucas. Na real, esse tipo de recorde não é novidade para franquia, que também esteve no topo de vendas com o lançamento das duas caixas em DVD para os filmes, a primeira com as versões modernizadas dos filmes antigos e na segunda, com as versões originais e também as alteradas.

Na real, Star Wars já tem tanto relançamento e versão alternativa, estendida, modificada que eu nem me lembro mais qual foi a porra do filme que eu vi. Mas não pense que acaba por aí, ainda tem muito dinheiro, digo, muito formato para explorar! Em fevereiro de 2012, o primeiro capitulo da nova trilogia, aquele que afundou toda mitologia da série e provocou desgosto entre fãs mundo afora, aporta nos cinemas em 3D!!! Uau, não dá pra ficar de fora dessa, né, então já é bom ficar ligado, comprar os ingressos antes e conferir de perto o mesmo filme que você provavelmente conferiu na Sessão da Tade, em VHS, no relançamento no cinem, em DVD remastezidado, em DVD original chinelão e em Blue-Ray, mais uma vez. Bom, pelo menos eu fiz isso…

De qualquer maneira, para quem se interessar um pouco em conhecer o lado sombrio de Star Wars segue abixo o trailer desse filme que, no mínimo, deve ser muito bacana, aos devotos fãs da série.

Obs1: Este texto contém informações extraídas d’O Globo.

Obs2: Todas as muitas vezes que as palavras Star Wars são mencionadas, elas aparecem grifadas em itálico, para lembrar que isto partence ao seu criador, a LucasFilm e a Fox.

Obs3: Acabei de me flagrar falando sobre abusos comerciais mais uma vez em um dos meus textos. Acho que porquê ando meio quebradaço por esses dias, não ando muito simpático com compras, produtos e eventos caros.

Fábio Prina_ 21_10_2011

Entrei em Pânico Parte 2 – Uma crítica nada imparcial

Sou um grande fã de críticas cinematográficas. Até mesmo daqueles textos esdrúxulos de revistas de variedades, onde os pseudo-intelectuais que escrevem entendem menos de filmes que qualquer ratão de videolocadora. Mas não sou muito adepto a escrever críticas, talvez porque eu nem saiba como fazer uma, ou talvez porque eu não me sinta a vontade colocando bedelho nos trabalhos alheios.

Mas pra tudo existe exceção, correto? Então, deixo de lado esses despretensiosismos para malhar o último filme do meu ‘amigo’, colega de profissão, vizinho, blogueiro e antiga parceria de ceva Felipe M. Guerra, também conhecido nas entranhas de Carlos Barbosa como o Shit.

Um brevíssimo histórico para encher salame

Para quem é completamente ignorante da pessoa que falamos, vamos fazer um brevíssimo histórico para contextualizar a coisa. Felipe do Monte Guerra, o Shit, é um jovem de trinta e poucos anos, nascido e criado na bela Carlos Barbosa, cidade onde eu também resido, na Serra Gaúcha. Aficionado por filmes bagaceiros de terror, no início de sua adolescência ele iniciou o hobby que, anos mais tarde, não lhe traria fama e fortuna: fazer filmes amadores com amigos, parentes e conhecidos nas condições mais amadorísticas possíveis.

Seu debut na sétima arte foi com o thriller de ação em média-metragem Ponto de Ebulição, de 1995, exibido apenas em sessões fechadas para íntimos e passado de mão a mão através de tenebrosas cópias em VHS. Hoje é difícil ter acesso a esse material escondido do grande público, com uma certa dose de bom censo, pelo ‘estúdio’ particular de Felipe, a Necrófilos Produções Artísticas.

Em 1998, emerge ao público o primeiro trabalho na filmografia oficial do realizador, a incrível odisséia do jovem que queria comer a guria mais boa de Barbosa. O filme era Patrícia Genice, estrelado por Fabiano Taufer, que, com o passar dos anos, foi reeditado e exibido mundo afora em festivais e mostras cinematográficas.

Alguns projetos cancelados depois, Felipe deu início ao seu filme mais conhecido, mais repercutido e mais importante filme, até então. Entrei em Pânico ao Saber o Que Vocês Fizeram na Sexta-feira 13 do Verão Passado, de 2001 (veja o trailer aqui). A produção, orçada em R$ 250,00, foi o grande marco na carreira do realizador, com matérias em TV nacional, revistas especializadas e convites para engrenar de vez a carreira cinematográfica do Spielberg da Serra Gaúcha (!). O longa foi lançado com 120min de duração e após alguns anos, voltou ao circuito caseiro/comercial/cult com cerca de 40 minutos a menos.

No auge de suas pretensões de filmar com poucos recursos, sem qualquer equipamento para captação de som, iluminação e outras frescuras cinematográficas gravou após uma pausa de cinco anos outro longa, Canibais & Solidão (que já ganhou mensão neste blog), uma comédia romântica pretensiosa sobre canibalismo. Apesar do título querer vender a história de canibais, tem muito pouco disso no filme, que não passa de uma divertida aventura romântica adolescente.

Ainda há espaços para mais dois trabalhos em curta-metragem: Mistério da Colônia, de 2003, que contou com a participação do apresentador global Luciano Huck, e o novíssimo Extrema Unção, 2010, rodado com a desculpa de testar uma câmera digital nova, estrelando a avó do diretor, Odina do Monte, como uma assombração.

Entrei em Pânico 2 – A Crítica

Só pra avisar: se você ainda não assistiu ao filme, nesse texto contém uma série de informações que talvez vá revelar uma ou outra surpresa. Então, te liga!

Entrei em Pânico ao Saber o que Vocês Fizeram na sexta-feira 13 do Verão Passado Parte 2 – A Hora da Volta da Vingança dos Jogos Mortais de Halloween, sim, esse é o nome completo do filme, não é o melhor trabalho na filmografia de Felipe M. Guerra. Ainda curto mais o nostálgico Patrícia Genice. Mas pra ruim não serve também. Na real, todos os filmes do diretor, lembrando que são feitos de forma amadora, estão naquele naipe “é tão ruim que chega a ser bom”.

Tobão e a namorada curtindo um chimarrão na cena que abre o filme

De cara, os expectadores são apresentados a uma rápida recapitulada aos acontecimentos da história antecessora, que mostrava o massacre de um grupo de jovens na concentração de sua festa de formatura. O assassino em questão era um dos colegas, que sofria com a corneta e a tiração de sarro, muito, por causa do nome, Geison. Vestido com a roupa e a máscara do assassino da série Pânico, Geison matou a faconadas, torneiradas e marteladas seus colegas do tempo de ginásio e outros desavisados. Ao que sabemos, apenas duas pessoas sobreviveram à chacina: Eliseu e Niandra, interpretados respectivamente por Eliseu Demari e Niandra Sartori, que, ao final do primeiro filme prometem retornar na Parte 2 para acabar com a raça do assassino maldito.

Passados sete anos dos acontecimentos que marcaram a história de Carlos Barbosa  com o “massacre da sexta-feira 13”, o medo dos sobreviventes renasce após um duplo homicídio as margens do Lago Cristal (citação mais que pífia). A cena que abre o filme, ao som de Vento Negro, tocada por Tobão (Tobias Sfoggia) retoma de maneira muito competente tudo que ocorrera antes. Mesmo assim, o diretor/roteirista/produtor/editor (estilo Robert Rodrigues-faz-tudo) insiste em explicar mais e mais vezes o que todo mundo já entendeu (ou pelo menos desconfia), tratando e expectador como um completo idiota.

Niandra, ao lado do seu guarda-costas, tentando se recompor do passado

Falando nisso, eu não entendo porque Felipe insiste em explicar tanto, tanto e tanto o que os personagens querem fazer, porque eles fazem e como é que eles fazem, e ao mesmo tempo apela para piadas internas e citações de seus outros filmes, como o manjado jargão “Eu sou gatão, eu sou gatão!” ou a péssima fala “Porco Dio, não me mata!”. Se por um lado ele acha que os espectadores nunca viram um filme na vida, ele também acredita fielmente que, assim como Tarantino, pode ser dar o luxo de citar sua própria obra, porque afinal, todo mundo a conhece!?

Mas enfim, voltando. Assustado, Eliseu procura por Niandra, que vive agora sob a tutela de um segurança particular, interpretado de forma magnânima por Leandro Fachinni. Paralelamente, Goti (Rodrigo Guerra, irmão do diretor), leva uma vida secreta em Porto Alegre, em uma cadeira de rodas, escondendo de todos a sua sobrevivência ao massacre do primeiro filme. Numa bela manhã ensolarada, Goti decide retornar a Carlos Barbosa acompanhado pelo seu pervertido e putanheiro psiquiatra, interpretado por Kiko Berwanger, após ler uma notícia sobre um assassinato no jornal. Para retomar: no primeiro filme, Goti havia sido atravessado por um facão de açougueiro, enquanto estava deitado na cama. A tosquisse do retorno de Goti é tratado de forma cômica, em um diálogo que explica toda a trajetória do personagem: “Goti, tu foi atravessado por um facão, imagina a probabilidade de sair vivo de algo assim, só em um filme muito ruim mesmo”, divaga o psiquiatra ao paciente.

Goti e o seu psiquiatra decidem voltar para Carlos Barbosa

Saltando um pouco no roteiro, de volta a Carlos Barbosa, numa noite de sexta-feira, 13, um grupo de adolescentes ensaia uma bebedeira antes da sua formatura do colégio. São quatro meninas e um cueca, que são surpreendidos de forma rápida pelo assassino com as mesmas vestes do vilão lá do primeiro filme. O massacre é cruel. O assassino se diverte degolando uma menininha, estripando outra, arrancando o olho do rapaz, etc… Ninguém sobrevive. Niandra e Eliseu vão até a festa para checar se está tudo bem com a galera, mas chegam tarde demais.

Após a calamidade daquela montoeira de sangue, não há mais dúvidas: Geison, o assassino original, está de volta para terminar o serviço. Até então o filme estava em um pique baixo, mesmo com muito sangue e muito humor, na maioria involuntário. A intenção de Felipe em se apoiar aos clichês de filmes de terror é interessante, mas volta e meia incomoda quem espera algo um tanto novo ali. Pelo menos as mortes são mais originais que no antecessor, uma vez que o bairrismo gaúcho inspirou o diretor a colocar chimarrão, salsichão com pão e até uma garrafa velha de vinho nas grotescas cenas sangrentas.

O assassino mascarado obersava suas póximas vítimas

Passados os sustos iniciais, os três remanescentes se encontram após tantos anos, na casa de Niandra. Em uma cena onde poderia ser explorado um pouco mais o lado humano daqueles calhordas, o filme passa reto, e não deixa nenhuma brecha para um pingo de emoção sequer. Dessa forma, os três se unem para fugir/matar o assassino no improviso mesmo.

Um vício que me pareceu presente, quase que como um cacoete do diretor/montador é o uso de fade – out, aquele efeito de terceira utilizado pra escurecer a tela de forma lenta e marcar a passagem de tempo, tipo de um dia pra outro, ou muito mais que isso. Já que o filme se passa todo em três dias, é um exagero usar quatro… cinco… seis vezes… ao longo da história.

No universo estúpido dos filmes de terror existem algumas regras estúpidas, inclusive que o próprio Felipe faz alusão no primeiro filme, com uma reportagem sobre o lançamento de um livro chamado “Porque os Filmes de Terror são tão Estúpidos”. E é baseado nessas regras estúpidas que surge o grande acerto de Entrei em Pânico 2! Os personagens de Goti, Niandra, seu guarda-costas e Eliseu (com sua inseparável espada samurai!) decidem se esconder em um sítio no interior da cidade, rodeado pelo mato e isolado de tudo! Ali, com as janelas e portas envidraçadas e escancaradas, os personagens pretendem se proteger do matador!

O cueca da festinha que acabou caolho

O que acontece depois é uma série de cenas ainda mais estúpidas. Indignado com a facilidade dos acessos da casa, o guarda-costas decide ir até a casa de ferramentas pegar madeira e pregos para fechar portas e janelas. Deixando os três cagões sozinhos na casa e, claro, morrendo esquartejado no galpão mesmo. Aliás, essa cena é a mais engraçada do filme, com um momento musical protagonizado pelo segurança.

No calar da noite, o assassino ataca os personagens principais que a princípio conseguem escapar, se dividindo pelo meio do mato, e se reencontrando para o gran finale, lá sem muita graça, já que a ausência do assassino original pesa muito na conclusão da história. O assassino original, Geison, diga-se de passagem, é interpretado por este que vos escreve essas linhas mal traçadas.

Menininha inocente que também vai pro brejo

O filme ainda guarda espaço para banhos de sangue mais convincentes do que de muitas porcarias que circulam pelos multiplex mundo afora, realizado com maquiagem profissional que dá um pouco mais de seriedade a toda aquela besteira. Os sustos que surpreendem a platéia também são muito interessantes e acredito que um pouco da graça esteja nesse tipo de coisa, que não é lá bem bolada, mas fazem bonito o seu papel.

Há espaço para uma conclusão mais completa, mas o fim da projeção às pressas, faz jus ao final tosco do primeiro filme. Felipe Guerra ainda guardou espaço para uma surpresa, que não engana ninguém, já que um dos diálogos mencionando filmes clássicos de terror dão conta de estragar um pouco desse final surpreendente.

Mas n final das contas vale os 80 minutos gastos, já que consegue fazer o espectador rir, se enjoar, se assustar e, mais que tudo, concluir que nem só de mega-produções vive o homem. O filme foi exibido pela primeira vez no Fantaspoa (Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre), no dia 3 de julho, e, em seguida, ganhou sessões no Cine Ideale, no berço de Carlos Barbosa. Acredito que logo será lançado em DVD, com compras direto com o diretor, mas até lá fique atento a mostras e festivais menores de cinema para dar uma olhada nessa nova obra-prima do meu muy amigo – o Shit!

O resto de uma das vítimas do novo massacre da concentra de formatura

Ficha Técnica:

Entrei em Pânico ao Saber o Que Vocês Fizeram na Sexta-Feira 13 do Verão Passado Parte II  – (2011) – Horror
Brasil – 80 min – Classificação: 18 anos

Direção: Felipe M. Guerra
Roteiro: Felipe M. Guerra
Produção: Eliseu Demari, Felipe M. Guerra, Rodrigo M. Guerra
Efeitos especiais: Ricardo Ghiorzi
Maquiagem: Ricardo Ghiorzi

Elenco

Eliseu Demari (Eliseu)
Niandra Sartori (Niandra)
Leandro Facchini (Guarda-costas)
Rodrigo M. Guerra (Goti)
Kiko Berwanger (Dr. Samuel Lumis)
Oldina Cerutti do Monte (Dona Pamela)
Bruna Seimetz (Bruna)
Maiara Pessi (Maia)
Angélica Dalsin (Angélica)
Thaís Cristina Formentini (Thaís)
Cleo Meurer (Cleo)
Felipe da Silva (Pato)
Thobias Sfoggia (Thobão)
Kasha (Dominatrix)
Ana Carolina Lufiego (Namorada de Thobão)
Zica Fajardini (Mãe de Bruna)

Fábio Prina_27/07/2011

À Espera de lady Croft

A nova Lara Croft, se remendando no melhor estilo RamboIII

Nunca fui muito chegado a videogames. Tive minha fase Atari, logo lá pelos 7, 8 anos. Depois, minha irmã ganhou, num certo natal, um Master System, com Sonic imbutido… foi uma febre incontrolável. Mais tarde, trocamos o Master por um videogame melhor, estamos falando de 16Bits. O MegaDrive, o melhor console da história, científicamente provado. Foi ali que desenvolvi habilidades naturais em Sonic2, Street Fighter 2 – Champion Edition, Mortal Kombat, GunStar Hero, Evander Hollyfield Boxing, Olimpic Games – Barcelona 92, International Superstars Soccer, entre outros.

Mas fora isso, nunca fui muito de videogames. Meus amigos mantiveram a tradição e migraram para Nintendos, Playstations, 3DOs e aquele outro da Sega que era tão bom que faliu. Enfim, fiquei no limbo dos jogos e só me sentava ao lado da galera pra jogar em raras ocasiões. Além dos campeonatos de futibolzinho e Golden Eye, pouco me envolvi com as modernidades. Pouco, porque gostava de um jogo, para salvar a pátria, aquele da gostosa que corria no meio do mato. Se chamava Tomb Raider.

Nunca fui um exímio jogador, na real, hora e meia eu empacava em algum lugar e tinha que pedir socorro para outros jogadores através do telefone (sim, na época usavámos o telefone) para saber onde eu tinha que ir, onde eu tinha que me pendurar e o que afinal eu estava procurando.

E não foi só eu que fiquei cativado pela coisa, o jogo foi um sucesso, com continuações, franquias e até uma despresível adaptação cinematográfica e sua sequência, com Angelina Jolie puxando a frente. Mas com o tempo, até a nossa querida Lara Croft caiu no esquecimento. Até por esses dias.

Nas andanças pela internet, me deparei com um trailer fantástico sobre o retorno da mais famosa heroína dos games, em uma espécie de rebut da série. A animação ficou muito bacana e veio acompanhado de uma nova rolpagem para a mina, que renasce das cinzas como uma jovem e assustada sobrevivente de um naufrágio, numa ilha do tipo Lost, tá ligado? Então o resto é um pouco mais do mesmo, ela, controlada por alguém, precisa desvendar enigmas, lutar contra forças misteriosas e encontrar atalhos para garantir sua sobrevivência. Segundo o site Omelete, que fez uma resenha bacana neste link aqui, a personagem de Lara irá ganhando novas habilidades e amadurecendo durante a decorrência do game, tipo roteiro hollywoodiano, onde o herói se autodescobre no final das contas. Que bonito!

Mas o que interessa nesse meio tempo é que a jogatina vai estar de volta, nesses aparelhos modernos como aquele que eu tenho em casa (todo mundo volta atrás um dia). Vamos ficar na expectativa para ver o que acontece. E curtindo o material de divulgação que, como a própria heroína, está exuberante.

O excelente trailer do novo Tomb Raider, vale a pena dar uma olhada

E aqui, uma prévia do jogo jogado. Mas que beleza!

Fábio Prina_7/6/2011

Um pouco de Oscar… bem atrasado!

Estava relendo alguns posts mais antigos do meu blog, quando me dei por conta que quebrei uma ‘tradição’ de postagens sobre o Oscar, aquele prêmio famoso do cinema. Se alguém quiser dar uma espiada nos mais antigos é só clicar aqui e aqui.

Em 2011, o Oscar, – de novo – aquele prêmio concedido pela Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, foi uma grande merda. Foi o mais sem graça, mas previsível e o mais apelativo, no sentido de agradar todo mundo, digamos assim. Para começar: os apresentadores, que, ao invés de grandes atros, ou comediantes, ou mesmo o Billy Crystal, foram dois atores da chamada nova geração do cinema ianque: James Franco, vilãozinho da série Homem-Aranha, e Anne Hathaway, de O Diabo Veste Prada, conduziram a cerimônia – juro que tentei lembrar e doutros papéis deles, que poderiam ilustrar melhor, mas não me veio nada.

Então, 2010, não foi um ano ruim de filmes, pelo contrário, cavando pelos cantos, se viu muita coisa boa desbrotar aqui e ali, filmes que poderiam levar mais que uma indicação da festa, mas que, pra variar, foram ignorados pela Academia e devem cair no esquecimento logo logo.

O prêmio máximo da noite, de Melhor Filme, ficou com o burocrático O Discurso do Rei, de um tal de Tom Hooper, que por sua vez, foi escolhido Melhor Diretor. O filme ainda levou o prêmio de Melhor Ator, para o inglês Colin Firth e Melhor Roteiro Original. Se O Discurso do Rei tivesse levado também a premiação de atriz principal teria se igualado aos filmes O Silêncio dos Inocentes e Um Estranho no Ninho, como os únicos a conquistarem as cinco principais categorias da premiação. Um absurdo, tendo em vista que O Discurso não tem bala na agulha pra seguer chegar perto destes grandes trabalhos clássicos! Não que seja um péssimo filme, mas não tem nem um ingrediente a mais, e, assim como outros vencedores equivocados, será esquecido nas prateleiras de videolocadora em pouco tempo.

Na disputa pelo Melhor Filme estavam, entre outros, Cisne Negro (de Darren Aronovsky), A Origem (de Christopher Nolan), A Rede Social (de David Fincher) e Toy Story 3 (de Lee Unkrich), que são muito melhores que o oscarizado, mas tudo bem.

A Melhor Atriz, foi para a favoritíssima Natalie Portman, pelo filme Cisne Negro, em uma atuação irrepreensível. De arrancar arrepios em grande parte da película. Mas Cisne Negro é ainda melhor do que seu destaque no elenco. Vale dizer que foi um dos grandes filmes do ano passado e um outro grande injustiçado na noite.

Da mesma forma, A Rede Social, que ficou “apenas” com os prêmios de Roteiro Original, Montagem e Trilha Sonora. Acredito eu que, dificilmente haverá um filme que revelará a história do nosso tempo com tanto preciosismo como essa jóia do diretor de Clube da Luta e Se7en. A Rede… é um achado, que denuncia uma geração inquieta, dislexa, genial e mal-interpretada, uma pena mesmo, que se tenha dado tão pouca importancia a este filmaço!

Nos papeis secundários, Christian Bale e Melissa Leo, ganharam os Oscars de coadjuvantes (cada um em seu sexo), pelo filme O Vencedor. A Melhor Animação, foi para o filme Toy Story 3, da grande parceria Pixar/Disney, que não poderia ser diferente. O filme é ainda melhor e surpreendente que os antecessores e não seria nenhuma grande surpresa se levasse também o prêmio de Melhor Filme. A animação também ficou com o prêmio de Melhor Canção.

Por fim, A Origem, do diretor que não sabe fazer filmes ruins, Christopher Nolan, papou os chamados prêmios técnicos, nas categorias Melhor Fotografia, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Efeitos Visuais. O novo trabalho do diretor de Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas, trás diversas discussões, interpretações e possíveis desfechos, assim como há 12 anos Matrix fez e também foi laureado apenas com prêmios por suas pirotecnias ilustrativas na história.

Os outros premiados da noite foram:

Melhor filme em lingua estrangeira: Em um Mundo Melhor

Melhor direção de arte e Melhor figurino: Alice no País das Maravilhas

Melhor documentário: Trabalho Interno

Melhor documentário em curta-metragem: Strangers no More

Melhor Maquiagem: O Lobisomem

Melhor Curta-metragem de animação: The Lost Thing

Melhor Curta-metragem: God of Love


Sem mais para o momento, deixo com um atraso considerável o meu registro por aqui.

A próxima retomada do blog será o Top10 da Maxin. Abraço!

Fábio Prina_29/04/2011

To the sea – Tour 2011

Dia 2 de junho,próximo, se eu não estiver em viagem de trabalho, vou conferir um dos meus grandes ídolos da música de perto. Apesar de que sempre que manisfesto isso, me transformo em alvo de bullyng de amigos e conhecidos roqueiros. O cara em questão é um certo havaiano surfista, formado em cinema em Los Angeles, chamado Jack Johnson.

Se alguém, algum dia já visitou esse blog, sabe que já proferi minha admiração pelo sub-gênero surf music e que também já comentei sobre o álbum Sleep Through the Static e disco ao vivo En Concert do artista em questão. O esquema é que Johnson estará em Porto Alegre, no mês dos namorados, trazendo a turnê de seu último disco de estúdio To The Sea, gravado completamente com recursos naturais, dentro da militância ecológia do artista.

Jack Johnson já esteve por essas bandas, em 2006, quando também fez um show histórico no estacionamento do Anhambi, em São Paulo, que acabou se tornando um best-download, entre os mp3 piratas da internet. Na ocasião, seu melhor disco, In Between Dreams, estava no auge, com reprises enjoativas nas rádios e fãs histéricas se acotovelando para alcançar o ex-surfista no palco.

Não que isso tenha tenha mudado muito, acredito que um dos grandes preconceitos para quem não conhece muito do músico é a popularidade de alguns hits, que volta e meia estão por aí, e também pela “fama” de bonitinho das adolescentes. Sei lá, alguma coisa assim.

Mas de fato, existe uma ótima música em seus discos. Uma música tranquila, com temas que vão do mar ao budismo, passando pelo romance e pela vida simples, e até mesmo, temas infatis, como na trilha sonora do filme George Curioso, feita por ele mesmo. A simplicidade dos acordes, o ritmo lento, ganham ares de genialidade, ao ser percebido, como o mais corriqueiro, pode se tornar tão inovador e bonito.

Ao lado do bambambam Johnson, estão outros músicos/surfistas que da mesma forma, esbanjam talento nas notas econômicas: Adam Topol é o baterista, Zach Gill é o pianista e Merlo Podlewoski cuida do baixo. Essa é a formação que acompanhará o contor em sua passagem pelo Brasil, que além de PoA, passa também por Floripa, Sampa, BH, Brasília e Fortaleza, em oito performances.

Uma curiosidade interessante, que particularmente me impressiona muito, é que 100% da renda pessoal de Jack Johnson, dos show desta turnê, são doados para ONGs de caridade, algumas inclusive, fundadas por ele mesmo. Como havíamos comentado anteriormente, sua militância em questões ecológicas e contra a pobreza é quase um fanatismo religioso para o músico, que não fica chateando com discursos hipócritas no meio dos shows ou em encontros políticos de fachada, mas põe a mão na massa mesmo, criando instituições e incentivando meios alternativos de se viver em estabilidade com o meio ambiente. Nada incomum para um surfista boa praça como ele, mas quando chega ao ponto de abrir mão das verdinhas para ajudar o próximo, sem apelar a mídia pra mostrar que está fazendo uma boa ação, aí é que mora o meu espanto. Daí eu me pergunto, e como vive essa excêntrica persona, e diria ele: “de modo simples, com a venda de CDs e a produção de álbuns para amigos e outros artistas locais, dá pra levar uma vida bacana assim”.

Pois é, se todo mundo se contentasse com o que realmente precisa e se esforçasse pra fazer um bem maior, a coisa seria diferente. Mas deixando os delírios de lado, voltamos ao mundo real.

A função acontece, como dito anteriormente, no dia 2 de junho, no Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, as 21h. Para maior conforto do planeta, o anfitrião convida a todos a comparecerem utilizando transportes coletivos e evitar o despejo de lixo pelas ruas e arredores do local. Nada que seja tão difícil assim, de fazer todos os dias. Até lá.

Fábio Prina_27/04/2011

Dude, we are LOST!

No próximo domingo, dia 23 de maio, vai ao ar na TV americana o último capítulo do seriado Lost. Depois de seis anos no ar, o anunciado fim se confirma com uma super maratona que terá nada menos de 3h30min de finaleira. Isso porque antes do derradeiro episódio, de 2h30, será exibida uma conversa com os criadores e produtores do mais interessantes produtos televisivos da década.

Lost iniciou em setembro de 2004 e logo se tornou uma febre mundial. Além dos recordes de audiência e de criar um público fiel de consumidores de produtos licenciados, o programa marcou uma espécie de revolução não oficial da transição entre a TV e a internet como plataforma para esse tipo de material audiovisual.

Logo que foi lançado, ainda em sua primeira temporada, o show foi uma deixa para nerds e desocupados no mundo todo incitar suas teorias de como iria seguir a história através de fóruns, redes sociais, blogs e tudo que é possível de fazer pelos meios digitais. Percebendo isso, os espertos produtores e roteiristas foram deixando cada vez mais fios soltos para que os espectadores/detetives pudecem prender após cada episódio. Há espaço ainda para a criação e uma enciclopédia própria, genérica da Wikipédia, chamada LOSTpedia!

Além disso, o programa também teve grandes números de downloads legais para o uso em dispositivos móveis, destacando os produtos da Apple, como iPod e o iTunes. Sem falar na baixação ilegal, que como aqui no Brasil, tem números mais significativos que a própria audiência do programa.

Falando de Lost em si, para quem não conhece a história, a trama é extremamente simples: Um grupo de passageiros que viajava de Sidney para Los Angeles, no voo 815 da Oceanic Airlines, caí em uma ilha no meio do nada e fica ali. Só isso. Claro que eles vivem algumas aventuras que envovem um urso polar, um grupo de humanos misteriosos chamado ‘os outros’, uma escolilha, um mostro de fumaça, um navio negreiro cheio de dinamite, uma estátua com quatro dedos, física quântica, viagens no tempo, uma empresa misteriosa chamada ‘Dharma’, explosões nucleares, bolsas de magnetismo, ligações misteriosas entre os acidentados, romances, Rodrigo Santoro, submarinos, um paraplégico que anda, números malditos, ressurreições e mais outras coisas que não me veem a mente agora.

Na verdade, nem sei por onde começar a descrever o que se passa em Lost. Há também os acontecimentos paralelos dos aventureiros na ilha, que são contados hora em flashbacks, hora flashforward e ultimamente em flashsideways. Tipo, algo que só é compreensível pra quem assiste o camalhaço de episódios.

No meio da batata ainda estão os personagens, que se tornaram grandes ícones pops deste início de milênio:. Apontando alguns dos principais, pra não se alongar muito, vamos sabendo um pouco das histórias de Jack, Kate, Sawyer, Sayid, Locke, Jim, Sun, Hurley, Desmond (o que eu mais curto), Charlie, Lapidus, Richard, Ben, Claire, Rousseau, Widmore e Jacob. Sem contar aqueles que já partiram dessa série para um outro trabalho por aí e não estão mais perdidos na ilha.

A última temporada

Chegando então ao final de tudo. Os personagens que estão perdidos, mas já foram achados e se perderam de novo, vivem duas vidas. Neste ano há uma novidade, que de início não agradou os mais fiéis seguidores, como eu mesmo: o tal do flashsideways, ou se preferirem, flashs de história em um universo paralelo ao da Ilha, onde ela, propriamente dita, não fez parte da vida dos personagens. Complicado, eu sei.

Estamos acompanhando a pintaíba que os caras estão passando no meio do mato e por outro lado, vemos como seria a vida deles se o voo 815 não tivesse sofrido a queda, chegando em perfeitas condições a Los Angeles. As personas centrais, que já foram conhecidos como OceanicSix e agora são os Candidatos, tem que sair da ilha, de novo, seguindo alguma espécie de mensagem deixada pelo seu falecido guardião. Enquanto isso, o maquivélico pai da Penny, Charles Widmore, achou a ilha e vai fazer alguma coisa que ninguém sabe o que é, usando o cara mais carismático da série. John Locke morreu, já era, foi-se, mas seu corpo continua reluzindo a careca para tudo que é lado, dando forma a um sujeito conhecido como Homem de Preto ou Mostro de Fumaça.

Na outra corrente, que é a vida paralela dos personagens sem a Ilha, há uma certa semelhança com a segunda temporada, onde os personagens tinham todos uma certa ligação, que parecia com a teoria do Fator Bacon. Não deixa de ser interessante ver os cruzamentos dos companheiros de voo e também de outros personagens, muitos deles, que na realidade mor da série, já morreram.

Entre tudo isso que está pendente, ainda temos que resolver os mistérios mais antigos da série com: o que é a ilha afinal de contas? qual o significado dos números? quem é jacob? o que é o monstro?

Enfim, em mais dois episódios teremos (ou não) um calhamaço de respostas, que nos deixarão com saudades das perguntas que ocuparam o nosso tempo e cabeça nos últimos seis anos. O episódio final de Lost será exibido no Brasil pela AXN, na próxima terça-feira, dia 25. Namasté and Good Lucky!

Confira o trailer do último episódio de Lost

Fábio Prina_18/05/20101974