Jobs – O Filme

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Há vários meses observo as notícias sobre o lançamento de um filme biográfico sobre Steve Jobs. Estou atento porque a pessoa Steve Jobs é, para mim, o grande gênio do início do século XXI, que ainda não teve o devido reconhecimento pela sua contribuição ao progresso da humanidade. Mas claro, isso é apenas a opinião de um mero fã.

Sobre Jobs, o filme, conheço muito pouco. Resisti aos trailers, informações de produção e críticas sobre o trabalho, para que quando tiver a oportunidade, possa assistir da forma mais imparcial possível. Se bem que não vai ser tão imparcial assim. Há uns dois anos ganhei da minha amada companheira a biografia escrita por Walter Isaacsonn sobre Steve Jobs. Um livro pesado, pelo tamanho e conteúdo, que revisita a vida errante, a carreira fracassada/vencedora, as opiniões e um pouco da visão da sua visão do mundo.

Assim como outros grande gênios, Steve Jobs pouco fez, mas fez muito. Seu legado não está na “eureka” de uma invenção maluca, mas sim em juntar um número de pessoas competentes e fazer algo extraordinário. Não é coincidência então, que o seu biógrafo oficial, Walter Isaacsonn, tenha registrado em livro a vida de outro gênio americano, Benjamin Franklin, que teve uma trajetória de invenções próxima de Jobs (na maneira de executá-las, me refiro).

Para contar em poucas palavras, Jobs foi um órfão, criado por pais preocupados com a sua educação – que ele esnobou na vida adulta. A rebeldia da sua adolescência foi acalmado pelo LSD, retiro espiritual, dietas radicais e um temperamento longe de ser suportável. Depois, alicerçou a empresa de informática e eletrônicos mais valiosa do mundo na atualidade, a Apple, juntamente com o amigo Steve Wozniak. A história que muitos conhecem é o período onde ele mudou o mundo com o Macintosh, levou a empresa a quase falência e foi demitido no final dos anos 80. Criou outras empresas que não deram certo, criou a Pixar, voltou para a Apple, em 1997, e revolucionou o mundo mais duas vezes, respectivamente com os lançamentos do iPod, em 2001, e do iPhone, em 2007. O desfecho da sua vida aconteceu prematuramente em 2011, quando foi vítima de um câncer na pâncreas, aos 56 anos.

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As semelhanças entre o ator Ashton Kutcher (à direita) com Steve Jobs foram explorados repetidas vezes para divulgar o filme

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O que promete o filme Jobs é um recorte um tanto longo, que abrangeria o período da juventude do biografado até 2001, quando foi lançado a primeira versão do iPod. Particularmente, eu detesto assistir em duas horas aquele tipo de filme pasteurizado, que mostra a vida inteira de uma pessoa, ainda mais pessoas que tiveram uma trajetória tão complexa como Steve Jobs. Prefiro como ocorreu recentemente,  quando foram lançados três filmes sobre Che Guevara. Diários de Motocicleta, do brasileiro Walter Salles, com Gael Garcia Bernal como protagonista, e em seguida, Che – Parte 1 – O Argentino, e Che – Parte 2 – Guerrilha, do americano Steven Sodenbergh, com Benicio Del Toro encarnando o ídolo da esquerda. Cada trabalho ilustra de uma forma diferente alguns fatos da vida do personagem. Apesar dos problemas que esses filmes mencionados têm, é muito melhor conferir episódios da vida de uma pessoa com tantas histórias, do que compactar tudo em cento e vinte minutos de frases de efeitos, com caracteres em branco no fundo preto explicando como a coisa acabou, antes dos créditos finais.

Voltando ao filme, é interessante saber que Jobs não é e nem será a primeira e a última presença de Steve Jobs em filmes. Há alguns anos, saiu diretamente para vídeo uma produção independente de baixo orçamento, sobre a revolução da informática no final do anos 80. Piratas do Vale do Silício de 1999, constrói um retrato da mudança na indústria, através da visão de dois protagonistas centrais e suas empresas: Steve Jobs com a Apple e Bill Gates com a Microsoft. E ainda! Jobs não deve ser o filme definitivo sobre o visionário co-fundador da Apple.  A Sony prepara uma adaptação, com o roteiro de Aaron Sorkin, vencedor do Oscar por A Rede Social, que será baseado exatamente na biografia de Walter Isaacsonn, a qual o estúdio é detentor dos direitos. Esperamos isso para um futuro próximo, mas o projeto segue ainda sem nome.

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Possivelmente uma das cenas chave de Jobs, a apresentação do iPod

Jobs, que traz o ator Ashton Kutcher em uma excelente caracterização do pepel-título, estreia hoje, 16 de agosto, nos cinemas americanos. A produção começa a ser exibida no dia 6 de setembro no Brasil. Vale a pena dar uma conferida no site oficial da produção, que tem um visual bacana e uma série de imagens legais do longa. Enquanto o filme não chega, vale a pena ver (no meu caso rever) a lendária apresentação do iPhone, ou como o próprio Jobs exaltou, “a reinvenção do telefone”. Bobagens a parte, apenas seis anos depois, é muito legal sentir as reações da plateia quando o produto foi lançado. Mal sabiam eles que a mudança desde aquele dia em toda indústria de informática e telefonia seria tão grande.

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Fotografando fotógrafos

Há certas coisas que são simplesmente geniais. Quando digo isso, penso em separar essa expressão e dar ênfase ao simples.

A proposta do fotógrafo americano Tim Mantoani chega ser tola: fotografar fotógrafos. Mas ao mesmo tempo, ela dá cara a uma leva de grandes testemunhas oculares que registraram o nosso tempo.

O negócio é o seguinte: Mantoani retratou entre 2006 e 2011, cerca de 120 grandes nomes da fotografia. A ideia de Tim era simplesmente colocar as imagens, verdadeiros ícones do nosso tempo, junto aos seus autores, pousando de trás da obra. O resultado é maravilhoso e emocionante.

Para dar um pouco mais de charme para essa ideia, o autor do projeto Behind Photographs se propôs a levar seus colegas a um estúdio e fotografá-los com uma câmera instantânea Polaroid de 20×24 polegadas, algo que hoje em dia, é mais do que obsoleto. Só de observar o trambolho no estúdio, com sanfona e chapa para a revelação, dá ares nostalgicos e conceituais a obra.

As imagens de  Behind Photographs viraram um livro que foi recentemente lançado nos EUA, e ainda não tem venda no Brasil. A obra sai por apenas cerca de $60, em uma edição simples, e chega aos $395, um uma limitadíssima edição numerada e autografada. Quando chegar por aqui, preparem os talões de cheques, porque não vai ser barato!

Mas deve valer o investimento, para fazer com que a gente se sinta um pouco mais íntimo destes grandes deuses da fotografia.

Segue abaixo algumas peças que fazem parte da obra, contando que no livro, são mais de 150. Em seguida, também há uma apresentação do projeto de Tim, por ele mesmo, inclusive, detalhando o forma de captura das imagens.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre o trabalho, dá pra dar uma visitada na página do projeto.

Vi isso no JacaréBanguela.

Fábio Prina_31/01/2012

Crowe – o duplo

Passados seis anos do lançamento de Tudo Acontece em Elizabethtown (Elizabethtown), 2005, dois trabalhos do diretor, roteirista e produtor Cameron Crowe chegam aos cinemas em 2011. Primeiro, um documentário realizado com toda autoridade, pelo diretor de Vida de Solteiro (Singles), 1992, sobre uma das bandas responsável pelo movimento grunge nos Estados Unidos: Pearl Jam Twenty. O segundo, um melodrama sofisticado, baseado em uma história verídica, com Matt Damon, Scarlett Johanson e Thomas Hadden Church, encabeçando o elenco, chamado We Bougth a Zoo.

Crowe é um dos grandes nomes do cinema contemporâneo pra mim. Não só pela destreza em contar uma boa história, mas na maneira autoral em que se inclui nessas histórias, e, acima de tudo, a escolha de histórias que interessam ser contadas.

Antes dos filmes, Cameron Crowe foi jornalista da conceituada revista Rolling Stone, em meados dos anos 70. Sua primeira matéria de capa foi sobre o The Allman Brothers Band, precocemente aos 18 anos, a qual rendeu, juntamente com outras histórias, o roteiro de seu filme mais autoral, Quase Famosos (Almoust Famous), 2000. Nessa época também, conheceu e trabalhou com grandes lendas da imprensa americana, como o editor Ben Fong-Torres e o crítico Lester Bangs.

Drew e Claire, em Elizabethtown

Seu primeiro trabalho, com grande reconhecimento de crítica e público, foi o já citado Vida de Solteiro, ao qual fez uma reflexão sobre um grupo de jovens/adultos na cena grunge de Seattle, na chegada dos anos 90, berço de bandas como Pearl Jam, Alice in Chains, Soundgarden e Nirvana.  O trocadilho do título original Singles perdido na tradução para o português, dá conta de citar não apenas as músicas soltas que revolucionariam a indústria mundo afora, mas também o estado civil dos protagonistas. Outros trabalhos que sucederam o sucesso de Vida de Solteiro foram os oscarizados Jerry Maguire – A Grande Virada (1996) e Quase Famosos, o excelente Vanilla Sky (2001), refilmagem do mexicano Abra Los Ojos, e, por fim, Tudo Acontece em Elizabethtown.

No entanto, desde Elizabethtown o diretor não mergulhava no terreno da ficção. Ouve também um outro documentário chamado The Union, sobre o trabalho criativo de Elton John, datado em 2011, mas, que pelo visto, não recebeu lançamento por aqui. No circuito, Crowe ataca em duas frentes completamente diferentes, duas paixões: a música e o cinema autoral.

William Miller ao lado do Stillwater, em Quase Famosos

No cenário dos pomposos documentários sobre bandas e músicos, como exemplo que me ocorre agora, o excepcional Beyond The Lighted Stage, 2010, sobre os canadenses do Rush, Crowe apresenta sua releitura da carreira do Pearl Jam, e seus vinte anos de estrada. Pearl Jam Twenty é um épico biográfico, com imagens inéditas, shows antológicos e confissões intimistas, como a cena que abre o trailer da produção, em uma entrevista ao vocalista Eddie Vedder, feita por ninguém menos que David Linch.

Trailer do documentário

O documentário chega já acompanhado de uma rima de marketing gigantesca ‘celebrando’ os 20 anos da banda. Além do filme lançado oficialmente no Festival de Toronto, no último sábado, dia 10, também está disponível um livro homônimo, escrito por Jonathan Cohen, um CD Duplo que chega às lojas no dia 20 e o DVD, que aporta no dia 25 de outubro. Mas quem quiser conferir o pretensioso filme de Crowe na tela grande do cinema, tem que correr, porque os ingressos já estão à venda para as limitadíssimas sessões, no próximo dia 20 de setembro, em várias cidades do Brasil. Em Porto Alegre a bagunça acontece no Unibanco Arteplex, no Shopping Bourbon Country.

Tudo isso, porém, é um aperitivo para os fãs, que aguardam anciosamente a passagem da turnê do PJ20 pelo país, que contemplará as cidade de PoA, Curitiba, Rio e São Paulo (com duas apresentações), no início de novembro. Pelo visto, a coisa vai ser grande.

Já no campo dos filmes autorais, Crowe foge um pouco dos roteiros a próprio punho, para a adaptação do livro com o mesmo título do jornalista britânico Benjamin Mee, que reconta a época em que adquiriu uma propriedade na Inglaterra, que incluía uma espécie de zoológico falido, chamado Dartmoor Wildlife Park, lar para mais de 200 animais selvagens.

A produção relata a reabilitação da reserva ambiental e o drama familiar de Mee, cuja esposa sofria com um câncer. O filme tem estreia prevista para o Brasil no dia 23 de dezembro, semaninha do natal.

Trailer do filme, previsto para dezembro

Enfim, para quem estava inativo há pelo menos seis anos, boas notícias estão chegando. Esperamos que esse duplo de Crowe traga bons resultados como o restante de sua filmografia. E que suas histórias continuem construindo experiências únicas num cinema simples e introspectivo, impossível de não gostar.

Fábio Prina_15/09/2011

O Muro em Porto Alegre

A notícia não é nova, mas ainda não tinha encontrado aqueles 15min de ócio para registrar aqui. Roger Waters virá a Porto Alegre, com a maior turnê da história do rock progressivo, The Wall.

Isso não é um boato não! Já tem dia e hora marcada, o local ainda está à definir, mas fala-se muito no Olímpico Monumental, já que o campinho do aterro estará em reformas para a Copa na ocasião. O dia histórico será 17 de março, do próximo ano, um sábado que perpetuará na história, assim como aquele longíncuo março de 2003 ainda faz.

Para os pegos de surpresa, Roger Waters, além de ser o Richard Gere do rock, foi baixista, vocalista, fundador e gênio musical da maior e melhor banda de todos os tempos, o Pink Floyd. Desde  de guri, quando tocava com a galera na Universidade de Cambrigde até o início dos anos 80, quando saiu da banda, foi reverenciado pela sua criatividade a frente das letras que marcaram a história da música.

Essa será a segunda passagem do semideus pelos pagos do Rio Grande. Como dito antes, ele esteve por aqui no dia 12 de março de 2003 e quase completará 9 anos da sua histórica apresentação da turnê In the Flesh, a qual fez os fâs derramarem lágrimas no gramado sagrado da Azenha. Waters ainda teve mais uma passagem pelas terras tupiniquins em meados de 2007, mas excluiu a capital gaúcha de sua turnê, Dark Side of the Moon, onde apresentava na íntegra o álgum homônimo dos tempos do Pink Floyd.

Voltando ao que virá, lá se vão 44 anos da fundação do Pink Floyd. Em 1967 era lançado o disco The Pipper at the Gates of Down, que juntamente com o álbum Sgt. Peppers Lonenly Hearts Club Band, dos Beatles, seria o marco inicial da música psicodélica mundo afora. Foram diversos discos históricos, incluindo a fase de ouro da banda, iniciada por Dark Side of the Moon, complexo e dinâmico disco progressivo, em 1973, e encerrado exatamente por The Wall, uma ópera rock sem prescedentes, até hoje reverenciada como a grande obra da banda, em 1977. Aos, 68 anos, Waters é o único membro original da banda que continua na ativa, esbanjando energia e pretenção em suas apresentaçãos.

The Wall, o disco, foi um sucesso absoluto, galardoado com Platina 23 vezes. Chegou ao topo dos mais vendidos logo após o lançamento e parmaneceu ali por muito tempo, hoje é considerado o 3º álbum mais vendido de todos os tempos do concorrido mercado norte-americano. Após seu lançamento, em 1980, as apresentações de The Wall ganharam sua primeira montagem, com 27 shows apenas na Inglaterra, Alemanha e nos EUA, que acabaram dando prejuízo para a banda, devido a sua grandiosidade. Em 21 de julho de 1990, já atuando solo, o músico encenou a mega-produção em Berlin, na Alemanha, na época para fazer o maior concerto ao ar livre de todos os tempos, para homenagear o país pela queda do famoso muro, que acontecera um ano antes. Em diversas partes do planeta o show foi transmitido ao vivo na ocasião e em 2003 ganhou uma versão luxuosa em DVD. No Brasil, ainda pode ser encontrado em uma edição simples, digna de ser vendida em revistas de quinta categoria, em bancas de rodoviária, por aí.

Porém, mesmo com essa bagagem toda, comparada com a nova roupagem de The Wall Tour, os velhos show parecem brincadeiras de jovens despretenciosos. A estrutura agora trata-se de um muro de 137 metros de largura e 11 de altura, montado entre o palco e a plateia. São 424 tijolos que dão forma a super obra, contruída em 45 minutos, enquanto se é apresentada a primeira parte do show. São 172 alto-falantes, incluindo sorrounds e monitores, mais pirotecnias para dar vida ao espetáculo. 23 projetores são responsáveis pelo movimento que será exibido no próprio muro, com animação original de Gerald Scarfe, que também animou frames para o filme Pink Floyd The Wall, de Alan Parker, lançado nos cimemas em 1982. Ainda, há espaço para o Professor, a Esposa e a Mãe, três personagens que ganham forma através de gigantes bonecos infláveis, de 10 metros de altura.

Tudo isso, exibido nos cinco continentes, iniciado em Toronto, no Canadá, dia 15 de janeiro de 2010, e com encerramento previsto, até então, no dia 25 de março de 2012, no Rio de Janeiro. Apenas o palco usado para os shows é o mais caro e ambicioso da história, com o valor estimado em 37 milhões de Euros. No Brasil, a apresentação será realizada  em três cidades, além de Porto Alegre e Rio, também em São Paulo, que ganhará duas datas.

Curiosidade: em um show da turnê na O2 Arena, em Londres, no dia 2 de maio deste ano, Waters convidou ao palco dois remanescentes da formação clássica do Pink Floyd: David Gilmour e Nick Manson, para dar uma canja na música Outside the wall, que encerra o espetáculo. Rick Wright, falecido, foi o único não presente, daqueles mesmos que tornaram a obra realidade.

A expectativa é grande. Os números surpreendentes e o grande espaço que a mídia vem dedicando dão conta que será um dos maiores eventos musicais da história. Ainda não há informação sobre os valores das entradas, mas a abertura das bilheterias está prevista para setembro por aqui.

Mais Pink Floyd para fãs

Coincidentemente, ou não, será lançado por aqui, no calor da febre Waters, uma série de produtos do Pink Floyd, para encher os olhos de qualquer fã e os bolsos de qualquer gravadora. É um verdadeiro ‘pacotão psicodélico’ com o relançamento de toda obra da banda, mais alguns quitutes, chamados também de versões expierence e immersion dos discos.

26 de setembro – Se você não gastar toda sua grana comprando o lugar mais VIP do estádio para o show The Wall, pode passar em uma loja para conferir a versão remasterizada dos 14 álbuns do Pink Floyd, que podem ser comprados separadamente ou em um box chamado Discovery; Ainda, chega ao mercado também as edições Experience e Immersion do disco Dark Side of the Moon, incluindo uma versão com seis discos (credo!!!), em DVD, CD e Blue-Ray, com trechos de gravações, reportagens e afins;

7 de novembro – A Foot In The Door – The Best of Pink Floyd, coletânia com 16 músicas que marcaram a história da banda, com material gravado no show no Wembley Stadium, em 1974; Mais as edições Expierence e Immersion do disco Wish You Were Here;

27 de fevereiro 2012 – Um dia antes do meu aniversário, sairá as edições Expierence e Immersion de The Wall, a segunda, com um total de sete discos, entre CD, DVD e Blue-Ray. Todo material também será lançado em vinil e downloads digitais. Tá aí uma boa dica de presente pra quem quiser me fazer uma surpresinha.

Ufa! Era isso.

[ATUALIZADO – 10/10] Devido ao aumento para oito shows na Argentina, as datas das apresentaçõs de Waters no Brasil foram reagendados. Em Porto Alegre o espetáculo acontece no Estádio Beira-Rio, no dia 25 de março. Valores dos ingressos e outros serviços do show ainda não foram divulgados.

[ATUALIZADO 2 – 14/10] O primeiro lote de ingressos para a turnê The Wall em Porto Alegre, exclusivos para os fãs cadastrados no site oficial do músico, saiu com preços exageradamente salgados e discutido (pelo menos mencionado) neste post aqui.

Fábio Prina_19_07_2011

Dia de Cinema – Tropa de Elite 2

Dando continuídade a esse trabalho interrompido, volto a ativa no meu blog fazendo o que eu mais gosto. Pregnósticos de filmes do grande público, que todos tem acesso e, que ao mesmo tempo, tragam alguma coisa a mais do que duas horas de luz e som.

Então, voltamos nossos olhos para o cinema Made in Brazil e na volta do Capitão Nacimento, o personagem das frases de efeito, sucesso nos camelôs e vendedores ambulantes de DVDs ilegais. Tropa de Elite 2 – O Inimigo Agora é Outro, continuação de Tropa de Elite (2007) entra em cartaz hoje, sexta, 8 de outubro, em todo país, sem o mesmo alarme que as cópias piratas criaram com o seu antecessor. Como nos sobreavisa o sub-título didático da obra, agora o BOPE, os Caveiras, os caras lá vão enfrentar um novo e mais perigoso inimigo, a política e as facções criminosas.

O filme se passa em 2010, nove anos depois dos acontecimentos da história original. Agora o batalhão de elite da polícia carioca conta com carros blindados, helicópteros e um contingente muito mair de soldados. O que na ficção aumenta, e muito, as possibilidades de cenas de ação dentro do enredo. Algo que apesar das melhoras significativas, o cinema brasileiro é carente.

Além de grande parte do elenco, como Wagner Moura e André Ramiro, o diretor José Padilha, o roteirista Bráulio Mantovani puxam mais uma vez frente da produção, ganhando a força do montador indicado ao Oscar por Cidade de Deus, Daniel Rezende.

Mesmo com o sucesso de público e crítica que a obra vem recebendo, já está discartada a entrada do filme na seleção de produções estrangeiras no Oscar 2011, uma vez que Lula, o filho do Brasil já é o representante oficial do país no mais conhecido prêmio de cinema do mundo.

Vale a pena dar uma lida na resenha do site Omelete sobre a película e também, pra quem gosta mais de assistir a coisa, segue abaixo o trailer do filme.

Fábio Prina_08/10/2010

No clima da Copa

É simplestemente sensacional o filme lançado pela Nike para a campanha Write The Future da megacorporação americana visando a Copa do Mundo 2010. O comercial completo parece uma superprodução de hollywood, com direito a participações das estrelas Wayne Rooney, Ribery, Fabio Canabarro, Evra, Drogba, Ronaldinho, Cristiano Ronaldo, Roger Federer, Gael Garcia Bernal, Kobe Bryant e Homer Simpson.

Aliás, a passagem de Cristiano Ronaldo tendo uma cinebiografia assinada por Alejandro Gonzales Iñarritu e estrelada por Gael Garcia Bernal é de tirar o chapéu.

O filme todo é uma obra prima da publicidade e de uma das empresas que mais investe nesse “cadáver que nos sorri”.

Ainda: mesmo que eu não entenda patavinas de futebol e ter falado mal do porto-alegrense Ronaldinho, traidor do Grêmio e que abriu a bunda pro time do aterro vencer o mundial em 2006, fica um certo receio por ele não estar na Copa… mas… como guri propaganda ele vai bem.

Segue abaixo o filmete completo de pouco mais de 3 minutos. Segundo os teasers que antecederam o super comercial, o lançamento oficial da campanha será neste sábado, 22 de maio, na Final da UEFA Champions League. A peça foi dirigida pelo cineasta Alejandro Gonzalez Inãrritu, dos filmes 21 Gramas e Amores Brutos, que não por coicidência, aparece ao lado de Cristiano Ronaldo em alguns poucos frames.

O lançamento na internet da peça aconteceu na última quinta, 20, ao vivo pelo Facebook.

Fábio Prina_21/05/2010